Compartilho um caso super interessante pelo fato dele apresentar sintomatologia grave em coluna cervical. Gostaria de me acompanhar neste relato? Entenda mais sobre hérnia de disco cervical Antes de mais nada, vale ressaltar que na grande maioria das vezes os quadros de discopatia lombar com irradiação para membros inferiores geralmente apresentam quadro clínico mais exuberante e severo. No entanto, quando a discopatia cervical é realmente grave, causando uma compressão aguda de estruturas radiculares e medulares em região cervical, desencadeando quadro de dor cervical severa com irradiação para membros superiores, quando realmente é agudo e intenso costuma cursar com sintomatologia de intensidade excruciante rapidamente limitante e evoluindo de forma rápida para alterações de sensibilidade e de força motora. O procedimento cirúrgico A paciente em questão era portadora de hérnia de disco extrusa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, ou seja, a paciente passou por degeneração e explosão do disco intervertebral com extravasamento do conteúdo do disco intervertebral e compreensão de estruturas medulares e radiculares, desencadeando dor cervical e irradiação da dor para membros superiores, perda de força muscular em membros superiores e inferiores, bem como alterações severas de sensibilidade e de marcha, com quadro dramático e rapidamente progressivo de perda de força muscular, necessitando de abordagem cirúrgica emergencial. É importante salientar que nesses casos, de rápida evolução dos sintomas e das lesões medulares, faz-se mandatório tratamento cirúrgico emergencial, que consiste na rápida retirada do disco intervertebral doente com consequente descompressão da medula e das raízes nervosas, resolvendo a emergência por lesão das estruturas neurológicas comprimidas, sendo o espaço discal substituindo por um dispositivo intersomático. Este dispositivo pode ser móvel ou um disco intervertebral em pacientes mais jovens; um dispositivo rígido ou um CAGE prótese em formato de "gaiola") para artrodese em pacientes de mais idade. No caso em questão, foi realizada a retirada total dos discos de C5-C6 e C6-C7, com substituição por CAGES intersomáticos para artrodese, restabelecendo a lordose cervical e o espaço interdiscal normal, realinhando a coluna cervical e resolvendo a questão da dor em coluna cervical e irradiação para membros superiores. Recuperação e pós-operatório A paciente está com mais ou menos 21 dias de pós-operatório e completamente recuperada, tanto do ponto de vista sintomático quanto da questão neurológica; devendo apresentar recuperação plena do quadro em 90 dias quando deve retornar às atividades físicas habituais e sem maiores intercorrências. Agradecimento final Desta forma, agradeço a Deus e a toda a minha equipe por mais um excelente resultado em nossa carreira. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição para uma segunda opinião médica. Estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Compartilho um caso super interessante pelo fato dele apresentar sintomatologia grave em coluna cervical. Gostaria de me acompanhar neste relato? Entenda mais sobre hérnia de disco cervical Antes de mais nada, vale ressaltar que na grande maioria das vezes os quadros de discopatia lombar com irradiação para membros inferiores geralmente apresentam quadro clínico mais exuberante e severo. No entanto, quando a discopatia cervical é realmente grave, causando uma compressão aguda de estruturas radiculares e medulares em região cervical, desencadeando quadro de dor cervical severa com irradiação para membros superiores, quando realmente é agudo e intenso costuma cursar com sintomatologia de intensidade excruciante rapidamente limitante e evoluindo de forma rápida para alterações de sensibilidade e de força motora. A paciente em questão era portadora de hérnia de disco extrusa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, ou seja, a paciente passou por degeneração e explosão do disco intervertebral com extravasamento do conteúdo do disco intervertebral e compreensão de estruturas medulares e radiculares, desencadeando dor cervical e irradiação da dor para membros superiores, perda de força muscular em membros superiores e inferiores, bem como alterações severas de sensibilidade e de marcha, com quadro dramático e rapidamente progressivo de perda de força muscular, necessitando de abordagem cirúrgica emergencial. É importante salientar que nesses casos, de rápida evolução dos sintomas e das lesões medulares, faz-se mandatório tratamento cirúrgico emergencial, que consiste na rápida retirada do disco intervertebral doente com consequente descompressão da medula e das raízes nervosas, resolvendo a emergência por lesão das estruturas neurológicas comprimidas, sendo o espaço discal substituindo por um dispositivo intersomático. Este dispositivo pode ser móvel ou um disco intervertebral em pacientes mais jovens; um dispositivo rígido ou um CAGE prótese em formato de "gaiola") para artrodese em pacientes de mais idade. No caso em questão, foi realizada a retirada total dos discos de C5-C6 e C6-C7, com substituição por CAGES intersomáticos para artrodese, restabelecendo a lordose cervical e o espaço interdiscal normal, realinhando a coluna cervical e resolvendo a questão da dor em coluna cervical e irradiação para membros superiores. Recuperação e pós-operatório A paciente está com mais ou menos 21 dias de pós-operatório e completamente recuperada, tanto do ponto de vista sintomático quanto da questão neurológica; devendo apresentar recuperação plena do quadro em 90 dias quando deve retornar às atividades físicas habituais e sem maiores intercorrências. Desta forma, agradeço a Deus e a toda a minha equipe por mais um excelente resultado em nossa carreira. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição para uma segunda opinião médica. Estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês.
Caso clínico – Procedimentos de artrodese: o que são, quais as indicações e as vantagens/desvantagens
Hoje compartilho mais um caso para discussão sobre a efetividade e a relação custo-benefício de procedimentos de artrodese. Gostaria de me acompanhar no relato deste caso? Saiba mais sobre a artrodese Vale ressaltar que os procedimentos de artrodese da coluna lombar são realizados objetivando a fusão de uma vértebra sobre a outra, desta forma, o segmento intervertebral é fundido para resolver patologias como hérnia de disco, bem como outras patologias como deformidades e instabilidades na coluna lombar. Os procedimentos de artrodese são definitivos, pois uma vez que é realizada a fusão dos segmentos este procedimento não pode ser refeito, no entanto, em muitos casos de doenças degenerativas, tais procedimentos podem evoluir com a manutenção ou persistência da dor, bem como, em casos raros, o aumento da dor no período de pós-operatório. Desta forma, procedimentos de artrodese podem não evoluir de forma satisfatória para o controle álgico. Então, tendemos a realizar esses tipos de procedimento em pacientes de maior idade, ou em patologias de maior gravidade que já perderam a janela de oportunidade de tratamento precoce. O procedimento cirúrgico Saliento que minha equipe está totalmente apta para realizar procedimentos de artrodese, e que podem ser feitos por via posterolateral, via anterior ou em 360 graus — procedimentos com indicações restritas, mas muitas vezes necessárias de serem realizadas e com resultados excelentes a depender da patologia e da indicação. Desta forma, ressalto que cirurgias de artrodese possuem indicações específicas e precisas, muitas vezes sendo necessários de serem realizadas para tratamentos de deformidades, instabilidades e doenças discais, sendo uma ferramenta importante no arsenal terapêutico das patologias da coluna. O que é artrodese? É um procedimento que vai fundir uma vértebra sobre a outra e esse procedimento de fusão pode ser realizado por via posterior, por via posterolateral, via anterior ou por via combinada conhecida como artrodese em 360 graus, que tem a grande vantagem de ser um procedimento definitivo e associado a procedimentos de descompressão possuírem enorme efetividade na manutenção de movimentos e em evitar risco de lesão neurológica; no entanto, eles podem evoluir, em alguns pacientes, com dor crônica mesmo após a realização da artrodese e, comumente, evoluem com sobrecarga dos segmentos adjacentes, o que pode predispor a doença degenerativa precoce em segmentos próximos da artrodese. Por essas possíveis complicações esse procedimento é reservado para indicações específicas e pacientes de maior idade, que mesmo assim, possuem importância terapêutica enorme. Recuperação e pós-operatório O paciente encontra-se em processo pós-operatório, já uma boa recuperação e apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada. Acredito que, em breve, ele estará 100% recuperado e com a qualidade de vida que tanto merece. Agradecimentos Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução utilizando a artroplastia com muito sucesso. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição! Entre em contato pelo meus canais de atendimento. Hoje compartilho mais um caso para discussão sobre a efetividade e a relação custo-benefício de procedimentos de artrodese. Gostaria de me acompanhar no relato deste caso? Saiba mais sobre a artrodese Vale ressaltar que os procedimentos de artrodese da coluna lombar são realizados objetivando a fusão de uma vértebra sobre a outra, desta forma, o segmento intervertebral é fundido para resolver patologias como hérnia de disco, bem como outras patologias como deformidades e instabilidades na coluna lombar. Os procedimentos de artrodese são definitivos, pois uma vez que é realizada a fusão dos segmentos este procedimento não pode ser refeito, no entanto, em muitos casos de doenças degenerativas, tais procedimentos podem evoluir com a manutenção ou persistência da dor, bem como, em casos raros, o aumento da dor no período de pós-operatório. Desta forma, procedimentos de artrodese podem não evoluir de forma satisfatória para o controle álgico. Então, tendemos a realizar esses tipos de procedimento em pacientes de maior idade, ou em patologias de maior gravidade que já perderam a janela de oportunidade de tratamento precoce. Saliento que minha equipe está totalmente apta para realizar procedimentos de artrodese, e que podem ser feitos por via posterolateral, via anterior ou em 360 graus — procedimentos com indicações restritas, mas muitas vezes necessárias de serem realizadas e com resultados excelentes a depender da patologia e da indicação. Desta forma, ressalto que cirurgias de artrodese possuem indicações específicas e precisas, muitas vezes sendo necessários de serem realizadas para tratamentos de deformidades, instabilidades e doenças discais, sendo uma ferramenta importante no arsenal terapêutico das patologias da coluna. É um procedimento que vai fundir uma vértebra sobre a outra e esse procedimento de fusão pode ser realizado por via posterior, por via posterolateral, via anterior ou por via combinada conhecida como artrodese em 360 graus, que tem a grande vantagem de ser um procedimento definitivo e associado a procedimentos de descompressão possuírem enorme efetividade na manutenção de movimentos e em evitar risco de lesão neurológica; no entanto, eles podem evoluir, em alguns pacientes, com dor crônica mesmo após a realização da artrodese e, comumente, evoluem com sobrecarga dos segmentos adjacentes, o que pode predispor a doença degenerativa precoce em segmentos próximos da artrodese. Por essas possíveis complicações esse procedimento é reservado para indicações específicas e pacientes de maior idade, que mesmo assim, possuem importância terapêutica enorme. Recuperação e pós-operatório O paciente encontra-se em processo pós-operatório, já uma boa recuperação e apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada. Acredito que, em breve, ele estará 100% recuperado e com a qualidade de vida que tanto merece. Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução utilizando a artroplastia com muito sucesso. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição! Entre em contato pelo meus canais de atendimento.
Estabilização híbrida lombar – Individualizando tratamento
Compartilho hoje um caso extremamente complexo de um paciente que possuía hérnia de disco extrusa no segmento L4-L5 (explosão do disco intervertebral com compressão neurológica), bem como degeneração total do segmento L5-S1 (apresentava impacto ósseo de uma estrutura sobre a outra) desencadeando quadro de dor lombar excruciante com irradiação para ambos os membros inferiores e pior à esquerda, bem como alteração de sensibilidade e diminuição de força em pé esquerdo. Vale ressaltar que o paciente já havia passado por uma microcirurgia descompressiva no segmento L5-S1, evoluindo satisfatoriamente por curto período de tempo, com posterior recidiva do fragmento herniado no segmento L5-S1, sendo decidido abordagem por via anterior definitiva. Entenda o procedimento cirúrgico Foi realizada a abordagem por via anterior transabdominal através de pequena incisão, sendo dissecado e deslocado todas as estruturas abdominais pertinentes, permitindo acesso à coluna lombar por via anterior; onde foi realizada ressecção total dos discos previamente doentes L4-L5 e L5-S1, bem como substituição dos mesmos por prótese rígida conhecida como ALIF (Fusão Intersomática Lombar Anterior) no segmento L5-S1 e disco artificial de terceira geração no segmento L4-L5. Este procedimento é conhecido como estabilização lombar híbrida, pois no segmento de base L5-S1 foi realizado procedimento de artrodese (fusão óssea) através de prótese rígida conhecida como ALIF com o posterior realização de artroplastia segmentar no nível L4-L5. Entenda a troca do disco vertebral O sistema de artroplastia permite a troca do disco intervertebral doente por um disco artificial com as mesmas características anatômicas, trazendo normalização da mobilidade segmentar e a não sobrecarga desses segmentos adjacentes ao procedimento, possuindo dessa forma, melhores resultados tanto a curto quanto a longo prazo. A recuperação do paciente O paciente está evoluindo de forma extremamente satisfatória, já totalmente assintomático dos sintomas apresentados no pré-operatório e devendo retornar à atividade física leve com 60 dias de cirurgia, e as atividades habituais com 90 dias do procedimento, nos deixando extremamente orgulhosos e gratos pelo resultado. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição! Entre em contato pelo meus canais de atendimento. Compartilho hoje um caso extremamente complexo de um paciente que possuía hérnia de disco extrusa no segmento L4-L5 (explosão do disco intervertebral com compressão neurológica), bem como degeneração total do segmento L5-S1 (apresentava impacto ósseo de uma estrutura sobre a outra) desencadeando quadro de dor lombar excruciante com irradiação para ambos os membros inferiores e pior à esquerda, bem como alteração de sensibilidade e diminuição de força em pé esquerdo. Vale ressaltar que o paciente já havia passado por uma microcirurgia descompressiva no segmento L5-S1, evoluindo satisfatoriamente por curto período de tempo, com posterior recidiva do fragmento herniado no segmento L5-S1, sendo decidido abordagem por via anterior definitiva. Entenda o procedimento cirúrgico Foi realizada a abordagem por via anterior transabdominal através de pequena incisão, sendo dissecado e deslocado todas as estruturas abdominais pertinentes, permitindo acesso à coluna lombar por via anterior; onde foi realizada ressecção total dos discos previamente doentes L4-L5 e L5-S1, bem como substituição dos mesmos por prótese rígida conhecida como ALIF (Fusão Intersomática Lombar Anterior) no segmento L5-S1 e disco artificial de terceira geração no segmento L4-L5. Este procedimento é conhecido como estabilização lombar híbrida, pois no segmento de base L5-S1 foi realizado procedimento de artrodese (fusão óssea) através de prótese rígida conhecida como ALIF com o posterior realização de artroplastia segmentar no nível L4-L5. Entenda a troca do disco vertebral O sistema de artroplastia permite a troca do disco intervertebral doente por um disco artificial com as mesmas características anatômicas, trazendo normalização da mobilidade segmentar e a não sobrecarga desses segmentos adjacentes ao procedimento, possuindo dessa forma, melhores resultados tanto a curto quanto a longo prazo. A recuperação do paciente O paciente está evoluindo de forma extremamente satisfatória, já totalmente assintomático dos sintomas apresentados no pré-operatório e devendo retornar à atividade física leve com 60 dias de cirurgia, e as atividades habituais com 90 dias do procedimento, nos deixando extremamente orgulhosos e gratos pelo resultado. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição! Entre em contato pelo meus canais de atendimento.
Estabilização híbrida cervical – Individualizando conduta
Passando para discutir um caso que pode parecer complexo, mas que faz parte da minha rotina de atendimentos diários. Confira mais uma história de sucesso! Entenda o caso O paciente em questão tinha diagnóstico de mielopatia cervical, patologia que se caracteriza pela compressão da medula ao nível cervical, com consequente compressão arterial, desencadeando lesão medular isquêmica. Ou seja, lesão da medula por compressão arterial e deficiência no transporte de oxigênio para os tecidos, causando o que é conhecido como infarto medular. Essa patologia se mostra extremamente grave, pois uma lesão medular com essas características pode desencadear consequências extremas à vida do paciente como: perda de força em membros superiores e inferiores, ausência de mobilidade em determinados segmentos corporais até tetraplegia, alterações de sensibilidade grave em membros superiores e inferiores, perda de coordenação para movimentos finos, alterações geniturinárias e gastrintestinais. Além de poder desencadear graves alterações de marcha e mobilidade. O paciente retratado neste caso é jovem e tem aproximadamente 39 anos, com um caso evoluindo para mielopatia cervical e sintomas severos de dor cervical diária e contínua, com irradiação dolorosa para ambos os membros superiores, especialmente em membro superior direito, onde apresentava diminuição de força e perda de sensibilidade de mão. O procedimento cirúrgico Para este caso foi decidido a estabilização cervical híbrida, onde os discos intervertebrais doentes foram totalmente retirados e substituídos por implantes. Esses implantes configuram o sistema de artrodese, que é um sistema de fusão entre os ossos, no segmento de base C6-C7, sendo realizado artroplastia de terceira geração nos demais segmentos C4-C5 e C5-C6. Desta forma, foi feita base rígida no segmento C6-C7 através de fusão de ossos intervertebrais, com substituição do disco original por um disco artificial de terceira geração e manutenção da mobilidade no segmento C4-C5 e C5-C6, trazendo extrema qualidade biomecânica para coluna cervical previamente doente. O pós-operatório e recuperação O paciente já está com sete dias de pós-operatório, evoluindo de maneira extremamente satisfatória, sem queixas álgicas em coluna cervical e em membros superiores, recuperando rápida e gradativamente a força em membros superiores, em especial na mão direita. Agradeço a Deus pela capacitação técnica que recebi ao longo da vida. Ser um instrumento de mudança na vida de tantas pessoas é uma dádiva que poucas pessoas podem ter. Agradeço também à minha equipe, sem vocês nada disso seria possível. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição. Saiba que é natural sentir ansiedade sobre exames ou procedimentos. Posso explicar tudo sobre o assunto detalhadamente para ajudar a aliviar suas preocupações. Se precisar, conte comigo! Passando para discutir um caso que pode parecer complexo, mas que faz parte da minha rotina de atendimentos diários. Confira mais uma história de sucesso! O paciente em questão tinha diagnóstico de mielopatia cervical, patologia que se caracteriza pela compressão da medula ao nível cervical, com consequente compressão arterial, desencadeando lesão medular isquêmica. Ou seja, lesão da medula por compressão arterial e deficiência no transporte de oxigênio para os tecidos, causando o que é conhecido como infarto medular. Essa patologia se mostra extremamente grave, pois uma lesão medular com essas características pode desencadear consequências extremas à vida do paciente como: perda de força em membros superiores e inferiores, ausência de mobilidade em determinados segmentos corporais até tetraplegia, alterações de sensibilidade grave em membros superiores e inferiores, perda de coordenação para movimentos finos, alterações geniturinárias e gastrintestinais. Além de poder desencadear graves alterações de marcha e mobilidade. O paciente retratado neste caso é jovem e tem aproximadamente 39 anos, com um caso evoluindo para mielopatia cervical e sintomas severos de dor cervical diária e contínua, com irradiação dolorosa para ambos os membros superiores, especialmente em membro superior direito, onde apresentava diminuição de força e perda de sensibilidade de mão. Para este caso foi decidido a estabilização cervical híbrida, onde os discos intervertebrais doentes foram totalmente retirados e substituídos por implantes. Esses implantes configuram o sistema de artrodese, que é um sistema de fusão entre os ossos, no segmento de base C6-C7, sendo realizado artroplastia de terceira geração nos demais segmentos C4-C5 e C5-C6. Desta forma, foi feita base rígida no segmento C6-C7 através de fusão de ossos intervertebrais, com substituição do disco original por um disco artificial de terceira geração e manutenção da mobilidade no segmento C4-C5 e C5-C6, trazendo extrema qualidade biomecânica para coluna cervical previamente doente. O pós-operatório e recuperação O paciente já está com sete dias de pós-operatório, evoluindo de maneira extremamente satisfatória, sem queixas álgicas em coluna cervical e em membros superiores, recuperando rápida e gradativamente a força em membros superiores, em especial na mão direita. Agradeço a Deus pela capacitação técnica que recebi ao longo da vida. Ser um instrumento de mudança na vida de tantas pessoas é uma dádiva que poucas pessoas podem ter. Agradeço também à minha equipe, sem vocês nada disso seria possível. Se você se identificou com esse caso e tem dúvidas sobre esse assunto, estou à sua disposição. Saiba que é natural sentir ansiedade sobre exames ou procedimentos. Posso explicar tudo sobre o assunto detalhadamente para ajudar a aliviar suas preocupações. Se precisar, conte comigo!
Caso Clínico – Discopatia + Hérnia de Disco Cervical
No caso de hoje, chamo a atenção para as patologias da coluna cervical. Neste caso, o paciente chegou com quadro extremamente semelhante ao penúltimo caso clínico apresentado aqui. Confira mais uma história de sucesso! Saiba mais sobre a doença O paciente apresentava degeneração completa dos segmentos C5-C6 e C6-C7, bem como grave discopatia e hérnia de disco no segmento de C4-C5. Relembro aos meus seguidores que a hérnia de disco consiste na explosão do disco intervertebral e consequente extravasamento do seu conteúdo, desencadeando compressão medular e radicular. Diferente do caso anterior, o paciente não apresentava apenas compressão das raízes nervosas, apresentava também compressão medular, o que altera em muito a sintomatologia apresentada pelo mesmo. Neste caso, o paciente, além de apresentar dor cervical severa com irradiação para membros superiores, apresentava o que conhecemos como Mielopatia Cervical em decorrência da compressão medular, com sintomas neurológicos mais puros, como alteração de força e sensibilidade em membros superiores, alteração característica de marcha e dificuldade para deambulação, tremor fino de extremidades, e perda de coordenação motora em membros superiores, zumbido no ouvido e irradiação da dor para dorso e mandíbula, episódios repetidos de dor de cabeça tensional, bem como outros sintomas neurológicos de maior gravidade. Onde, no caso em questão, o paciente apresentava sintomatologia cervical grave e complexa com perda funcional rápida e progressiva. O procedimento cirúrgico Como no caso anterior, foi decidido por estabilização cervical híbrida, onde foi realizada fusão intervertebral através de prótese rígida travada com parafuso nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, bem como artroplastia (prótese de disco) de terceira geração no segmento de C4-C5. A montagem, permite estabilização cervical rígida dos segmentos mais gravemente acometidos e associados à artrose facetária, intercalado com artroplastia cervical, que consiste em prótese de disco que imita o disco cervical humano, permitindo mobilidade e reconstrução anatômica do segmento operado. Desta forma, conseguimos descompressão medular com adequada estabilização cervical, além de manutenção de boa mobilidade do pescoço e sem grandes repercussões biomecânicas para o paciente apesar da gravidade da doença de base. O pós-operatório e recuperação O paciente está se reabilitando adequadamente, com melhora severa e importante do quadro apresentado, com recuperação lenta e gradual do déficit neurológico e sensitivo, devendo apresentar em até seis meses recuperação total do quadro, devendo de ser ressaltado a satisfação dele em relação à melhora apresentada, tendo em vista que em doenças de tamanha gravidade, mesmo as pequenas melhoras e vitórias já conquistadas se mostram como um grande feito na rotina e bem-estar de uma pessoa com tão grave doença. No caso de hoje, chamo a atenção para as patologias da coluna cervical. Neste caso, o paciente chegou com quadro extremamente semelhante ao penúltimo caso clínico apresentado aqui. Confira mais uma história de sucesso! Saiba mais sobre a doença O paciente apresentava degeneração completa dos segmentos C5-C6 e C6-C7, bem como grave discopatia e hérnia de disco no segmento de C4-C5. Relembro aos meus seguidores que a hérnia de disco consiste na explosão do disco intervertebral e consequente extravasamento do seu conteúdo, desencadeando compressão medular e radicular. Diferente do caso anterior, o paciente não apresentava apenas compressão das raízes nervosas, apresentava também compressão medular, o que altera em muito a sintomatologia apresentada pelo mesmo. Neste caso, o paciente, além de apresentar dor cervical severa com irradiação para membros superiores, apresentava o que conhecemos como Mielopatia Cervical em decorrência da compressão medular, com sintomas neurológicos mais puros, como alteração de força e sensibilidade em membros superiores, alteração característica de marcha e dificuldade para deambulação, tremor fino de extremidades, e perda de coordenação motora em membros superiores, zumbido no ouvido e irradiação da dor para dorso e mandíbula, episódios repetidos de dor de cabeça tensional, bem como outros sintomas neurológicos de maior gravidade. Onde, no caso em questão, o paciente apresentava sintomatologia cervical grave e complexa com perda funcional rápida e progressiva. O procedimento cirúrgico Como no caso anterior, foi decidido por estabilização cervical híbrida, onde foi realizada fusão intervertebral através de prótese rígida travada com parafuso nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, bem como artroplastia (prótese de disco) de terceira geração no segmento de C4-C5. A montagem, permite estabilização cervical rígida dos segmentos mais gravemente acometidos e associados à artrose facetária, intercalado com artroplastia cervical, que consiste em prótese de disco que imita o disco cervical humano, permitindo mobilidade e reconstrução anatômica do segmento operado. Desta forma, conseguimos descompressão medular com adequada estabilização cervical, além de manutenção de boa mobilidade do pescoço e sem grandes repercussões biomecânicas para o paciente apesar da gravidade da doença de base. O pós-operatório e recuperação O paciente está se reabilitando adequadamente, com melhora severa e importante do quadro apresentado, com recuperação lenta e gradual do déficit neurológico e sensitivo, devendo apresentar em até seis meses recuperação total do quadro, devendo de ser ressaltado a satisfação dele em relação à melhora apresentada, tendo em vista que em doenças de tamanha gravidade, mesmo as pequenas melhoras e vitórias já conquistadas se mostram como um grande feito na rotina e bem-estar de uma pessoa com tão grave doença.
Caso Clínico – Fratura Explosão de L1
Hoje iremos acompanhar o relato de uma paciente com idade em torno de 70 anos. Seu caso se deu por causa de uma queda leve da própria altura na posição sentada, o que evoluiu com grave fratura em explosão da vértebra de L1. Me acompanha nesta leitura? Mais detalhes sobre o caso A queda desencadeou extrema e severa dor no foco da fratura, bem como diminuição de sensibilidade e de força motora em membros inferiores em decorrência da compressão medular por fragmento explodido do canal vertebral. Nas fotos apresentadas, vemos na ponta da seta da quarta foto importante esmagamento do corpo vertebral, com perda de altura em torno de 50% do respectivo segmento, desencadeando no pré-operatório, além de dor excruciante e déficit neurológico, o que chamamos de cifotização do segmento acometido pela fratura. A cifotização corresponde ao desalinhamento da coluna com deformidade em flexão, ou seja, com perda do alinhamento e queda da estrutura de sustentação para frente, desencadeando desequilíbrio do balanço coronal e dificuldade de marcha, chegando ao nosso serviço com perda funcional grave e em cadeira de rodas pela impossibilidade de andar, tanto em decorrência da dor como quanto da diminuição de sensibilidade e de força motora em membros inferiores. O processo cirúrgico Tendo em vista a gravidade da doença mostrou-se necessário tratamento cirúrgico emergencial para descompressão medular de urgência, fixação extensa da coluna acima e abaixo do segmento fraturado e correção da deformidade previamente apresentada com estabilização do segmento com barras de cromo e cobalto. Mostra-se interessante e vale salientar a evolução técnica dos médicos e científica da engenharia médica, onde o sistema de fixação consiste de parafusos de titânio de alta resistência, bem como barras de cromo e cobalto – que se mostram como material ainda mais resistente que o titânio, permitindo a correção de todo o tronco intervertebral em cima de apenas duas pequenas barras metálicas, o que por si só já é espantoso em termos de engenharia e resistência. O pós-operatório e a recuperação A paciente encontra-se em pós-operatório imediato, apresentando melhora significativa da dor e com queixas álgicas mínimas compatível com o pouco tempo de procedimento, já com recuperação total da diminuição de força muscular e de sensibilidade nas pernas, além de estar deambulando adequadamente e apresentando recuperação, podendo ser dita como total, do quadro pré-operatório apresentado. Atenção a osteoporose O mais importante no quadro em questão não seria nem a discussão da fratura ou da necessidade de tratamento cirúrgico, mas sim o fato de uma fratura tão grave ter ocorrido com um trauma de tão baixa energia. O fato se deve pela presença de osteoporose prévia (doença metabólica que desencadeia fraqueza óssea), o que confecciona fragilidade óssea, ou poderíamos dizer a certeza de fraturas ósseas mesmo em decorrência de traumas de baixa energia, sendo fundamental e preconizado nos dias de hoje tratamento precoce para a patologia. Vale ressaltar que o tratamento precoce é apenas medicamentoso e geralmente apenas por medicação via oral, devendo ser ressaltado que esse tipo de abordagem para tratamento medicamentoso precoce deve ser feita tanto no sexo masculino como no feminino, sendo fundamental a investigação e o tratamento preventivo para esta tão temida patologia Agradeço a Deus e a minha equipe por mais um resultado excelente. Em breve a paciente estará 100% reabilitada e levando a vida plena que tanto merece. Se você for do seu interesse, entre em contato pelo link da bio! Estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Hoje iremos acompanhar o relato de uma paciente com idade em torno de 70 anos. Seu caso se deu por causa de uma queda leve da própria altura na posição sentada, o que evoluiu com grave fratura em explosão da vértebra de L1. Me acompanha nesta leitura? Mais detalhes sobre o caso A queda desencadeou extrema e severa dor no foco da fratura, bem como diminuição de sensibilidade e de força motora em membros inferiores em decorrência da compressão medular por fragmento explodido do canal vertebral. Nas fotos apresentadas, vemos na ponta da seta da quarta foto importante esmagamento do corpo vertebral, com perda de altura em torno de 50% do respectivo segmento, desencadeando no pré-operatório, além de dor excruciante e déficit neurológico, o que chamamos de cifotização do segmento acometido pela fratura. A cifotização corresponde ao desalinhamento da coluna com deformidade em flexão, ou seja, com perda do alinhamento e queda da estrutura de sustentação para frente, desencadeando desequilíbrio do balanço coronal e dificuldade de marcha, chegando ao nosso serviço com perda funcional grave e em cadeira de rodas pela impossibilidade de andar, tanto em decorrência da dor como quanto da diminuição de sensibilidade e de força motora em membros inferiores. Tendo em vista a gravidade da doença mostrou-se necessário tratamento cirúrgico emergencial para descompressão medular de urgência, fixação extensa da coluna acima e abaixo do segmento fraturado e correção da deformidade previamente apresentada com estabilização do segmento com barras de cromo e cobalto. Mostra-se interessante e vale salientar a evolução técnica dos médicos e científica da engenharia médica, onde o sistema de fixação consiste de parafusos de titânio de alta resistência, bem como barras de cromo e cobalto – que se mostram como material ainda mais resistente que o titânio, permitindo a correção de todo o tronco intervertebral em cima de apenas duas pequenas barras metálicas, o que por si só já é espantoso em termos de engenharia e resistência. O pós-operatório e a recuperação A paciente encontra-se em pós-operatório imediato, apresentando melhora significativa da dor e com queixas álgicas mínimas compatível com o pouco tempo de procedimento, já com recuperação total da diminuição de força muscular e de sensibilidade nas pernas, além de estar deambulando adequadamente e apresentando recuperação, podendo ser dita como total, do quadro pré-operatório apresentado. O mais importante no quadro em questão não seria nem a discussão da fratura ou da necessidade de tratamento cirúrgico, mas sim o fato de uma fratura tão grave ter ocorrido com um trauma de tão baixa energia. O fato se deve
Caso Clínico – Discopatia + Hérnia de Disco Cervical
Este é o caso de um paciente com discopatia cervical grave com degeneração discal completa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, que apresentava praticamente contato total de uma placa óssea com a outra, desencadeando atrito e muita dor. Gostaria de me acompanhar neste relato? Mais detalhes sobre o caso O paciente apresentava compressão das raízes nervosas à direita, o que desencadeava trajeto de dor em toda a extensão do membro superior direito, além de formigamento e perda de sensibilidade constante, bem como perda de força muscular e coordenação para movimentos finos na mão direita. O processo cirúrgico Tendo em vista a gravidade do caso, foi decidido por abordagem cirúrgica cervical considerada como híbrida, onde no segmento de C6-C7 foi realizado fusão intervertebral através de prótese cervical rígida com enxerto ósseo e, no segmento de C5-C6, realizado artroplastia de terceira geração para manutenção da mobilidade deste segmento. Foi feita uma base forte de estabilização no segmento de C6-C7 que constitui a intersecção entre a coluna cervical móvel e a coluna torácica rígida, com posterior estabilização do segmento de C5-C6, como dito anteriormente, com artroplastia cervical de terceira geração que mantém mobilidade do segmento operado. Desta forma, o paciente mantém uma excelente mobilidade na coluna cervical (como visto na terceira foto), mas não apresenta a complicação mais comum e temida da artrodese (fusão cervical), que seria a sobrecarga e degeneração precoce do segmento adjacente ao procedimento. Desta forma, consegue-se estabilização cervical adequada, mantendo a mobilidade cervical muito próxima do normal e sem sobrecarregar os segmentos adjacentes ao procedimento. Recuperação e pós-operatório O paciente encontra-se em processo pós-operatório extremamente recente, já com recuperação total da sensibilidade da força muscular, apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada para o tempo de procedimento e devendo estar totalmente reestabelecido em um período máximo de 60 dias de pós-operatório. Agradecimentos Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução de uma patologia extremamente grave e complexa. Se você precisar, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar! Esse conteúdo te lembrou de alguém? Compartilhe essa informação! Este é o caso de um paciente com discopatia cervical grave com degeneração discal completa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, que apresentava praticamente contato total de uma placa óssea com a outra, desencadeando atrito e muita dor. Gostaria de me acompanhar neste relato? Mais detalhes sobre o caso O paciente apresentava compressão das raízes nervosas à direita, o que desencadeava trajeto de dor em toda a extensão do membro superior direito, além de formigamento e perda de sensibilidade constante, bem como perda de força muscular e coordenação para movimentos finos na mão direita. Tendo em vista a gravidade do caso, foi decidido por abordagem cirúrgica cervical considerada como híbrida, onde no segmento de C6-C7 foi realizado fusão intervertebral através de prótese cervical rígida com enxerto ósseo e, no segmento de C5-C6, realizado artroplastia de terceira geração para manutenção da mobilidade deste segmento. Foi feita uma base forte de estabilização no segmento de C6-C7 que constitui a intersecção entre a coluna cervical móvel e a coluna torácica rígida, com posterior estabilização do segmento de C5-C6, como dito anteriormente, com artroplastia cervical de terceira geração que mantém mobilidade do segmento operado. Desta forma, o paciente mantém uma excelente mobilidade na coluna cervical (como visto na terceira foto), mas não apresenta a complicação mais comum e temida da artrodese (fusão cervical), que seria a sobrecarga e degeneração precoce do segmento adjacente ao procedimento. Desta forma, consegue-se estabilização cervical adequada, mantendo a mobilidade cervical muito próxima do normal e sem sobrecarregar os segmentos adjacentes ao procedimento. Recuperação e pós-operatório O paciente encontra-se em processo pós-operatório extremamente recente, já com recuperação total da sensibilidade da força muscular, apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada para o tempo de procedimento e devendo estar totalmente reestabelecido em um período máximo de 60 dias de pós-operatório. Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução de uma patologia extremamente grave e complexa. Se você precisar, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar! Esse conteúdo te lembrou de alguém? Compartilhe essa informação!
Mielopatia cervical e seus desafios
Compartilho um caso que, infelizmente, é extremamente comum receber na nossa equipe. Confira mais detalhes a seguir! O paciente apresentava quadro de mielopatia cervical, onde lesões, como protusões (abaulamento do disco intervertebral), ou hérnias de disco (extravasamento do disco intervertebral com compressão de estruturas neurológicas), acabam por comprimir a artéria espinhal anterior (principal artéria responsável pela irrigação da coluna), desencadeando o que chamamos de infarto medular. Saiba mais detalhes sobre o caso Nessa patologia específica, a lesão da medula se dá de forma isquêmica, ou seja, ocorre pela falta de oxigênio chegando aos tecidos nervosos devido à obstrução arterial, em mecanismo semelhante ao conhecido infarto do miocárdio ou infarto cardíaco. A diferença entre os dois é que o infarto medular causará lesão de neurônios enquanto o infarto do miocárdio causará lesões de células cardíacas, mas ambos apresentam fisiopatologia semelhantes com consequências catastróficas ao paciente portador das mesmas. Neste tipo de lesão medular, os sintomas dolorosos não são os principais apresentados pelo paciente, muito pelo contrário, o que prevalece são sintomas neurológicos que podem variar de leves e "imperceptíveis" até sintomas de maior gravidade, que podem incluir: tremor de extremidade, zumbido no ouvido, alteração de sensibilidade em membros superiores e inferiores, diminuição de força em membros superiores e inferiores, alterações distintas anais ou intestinais e vesicais, perda de coordenação de movimentos finos e movimentos manuais mais delicados, além de alteração de marcha e perda de equilíbrio; caracterizando sintomas neurológicos complexos e extremamente incapacitantes ao paciente. A abordagem cirúrgica Nesses casos, é mandatória a abordagem cirúrgica emergencial para rápida descompressão medular, que tem como objetivo preservar o maior número de neurônios possíveis e barrar a progressão da doença antes que as lesões se tornem ainda mais extensas e dramáticas. Neste caso, foi realizada uma discectomia (retirada do disco intervertebral) total dos segmentos de C4-C5, C5-C6 e C6-C7, com estabilização através de artrodese cervical nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, somados a artroplastia de terceira geração no segmento de C4-C5, formando uma base rígida através da artrodese para suporte da artroplastia. Essa abordagem resolveu o quadro neurológico do paciente, mas sem causar perda significativa de movimento da região cervical, trazendo bons resultados tanto do ponto de vista neurológico como biomecânico. O pós-operatório e recuperação O paciente está com mais de 30 dias de pós-operatório, já deambulando normalmente e com resolução quase total das lesões neurológicas previamente apresentadas, extremamente satisfeito com o resultado a curto prazo e certamente com prognóstico enorme de melhora ainda mais significativa a longo prazo. Eu agradeço a Deus e a minha equipe pela possibilidade de proporcionar alívio sintomático e melhora da qualidade de vida dos pacientes que me procuram e confiam em meu trabalho. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar! Compartilho um caso que, infelizmente, é extremamente comum receber na nossa equipe. Confira mais detalhes a seguir! O paciente apresentava quadro de mielopatia cervical, onde lesões, como protusões (abaulamento do disco intervertebral), ou hérnias de disco (extravasamento do disco intervertebral com compressão de estruturas neurológicas), acabam por comprimir a artéria espinhal anterior (principal artéria responsável pela irrigação da coluna), desencadeando o que chamamos de infarto medular. Saiba mais detalhes sobre o caso Nessa patologia específica, a lesão da medula se dá de forma isquêmica, ou seja, ocorre pela falta de oxigênio chegando aos tecidos nervosos devido à obstrução arterial, em mecanismo semelhante ao conhecido infarto do miocárdio ou infarto cardíaco. A diferença entre os dois é que o infarto medular causará lesão de neurônios enquanto o infarto do miocárdio causará lesões de células cardíacas, mas ambos apresentam fisiopatologia semelhantes com consequências catastróficas ao paciente portador das mesmas. Neste tipo de lesão medular, os sintomas dolorosos não são os principais apresentados pelo paciente, muito pelo contrário, o que prevalece são sintomas neurológicos que podem variar de leves e "imperceptíveis" até sintomas de maior gravidade, que podem incluir: tremor de extremidade, zumbido no ouvido, alteração de sensibilidade em membros superiores e inferiores, diminuição de força em membros superiores e inferiores, alterações distintas anais ou intestinais e vesicais, perda de coordenação de movimentos finos e movimentos manuais mais delicados, além de alteração de marcha e perda de equilíbrio; caracterizando sintomas neurológicos complexos e extremamente incapacitantes ao paciente. Nesses casos, é mandatória a abordagem cirúrgica emergencial para rápida descompressão medular, que tem como objetivo preservar o maior número de neurônios possíveis e barrar a progressão da doença antes que as lesões se tornem ainda mais extensas e dramáticas. Neste caso, foi realizada uma discectomia (retirada do disco intervertebral) total dos segmentos de C4-C5, C5-C6 e C6-C7, com estabilização através de artrodese cervical nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, somados a artroplastia de terceira geração no segmento de C4-C5, formando uma base rígida através da artrodese para suporte da artroplastia. Essa abordagem resolveu o quadro neurológico do paciente, mas sem causar perda significativa de movimento da região cervical, trazendo bons resultados tanto do ponto de vista neurológico como biomecânico. O pós-operatório e recuperação O paciente está com mais de 30 dias de pós-operatório, já deambulando normalmente e com resolução quase total das lesões neurológicas previamente apresentadas, extremamente satisfeito com o resultado a curto prazo e certamente com prognóstico enorme de melhora ainda mais significativa a longo prazo. Eu agradeço a Deus e a minha equipe pela possibilidade de proporcionar alívio sintomático e melhora da qualidade de vida dos pacientes que me procuram e confiam em meu trabalho. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar!
Dor aguda por lesão traumática após artroplastia lombar
Acesse aqui para assistir aos vídeos do caso. Este caso é extremamente interessante porque podemos discutir vários fatores inerentes às patologias da coluna vertebral. Gostaria de me acompanhar nesta leitura? Conheça o caso com mais detalhes Esse caso se refere a um paciente jovem, com dois anos de pós-operatório de artroplastia lombar, sistema de estabilização de terceira geração que substitui o disco doente por um disco artificial anatomicamente "igual ao disco normal". Com evolução extremamente satisfatória até dois anos de cirurgia, quando sofreu uma lesão traumática na posição sentado, desencadeando novamente quadro de ciatalgia (dor ciática) bilateral, porém pior do lado esquerdo. Dentro desse contexto, tínhamos um paciente com uma patologia extremamente grave a ponto de necessitar de substituição do disco doente por um artificial, que vinha evoluindo de maneira satisfatória até a ocorrência de lesão traumática, o que é plenamente possível de acontecer na vida de qualquer um, desencadeando novamente quadro de dor por um "machucado" das estruturas devido à dissipação da energia durante o trauma. O uso do bloqueio foraminal Usamos esse caso como exemplo para apresentar uma ferramenta terapêutica extremamente útil e muito utilizada nos dias de hoje, conhecida como bloqueio foraminal. Neste procedimento, uma cânula especial é posicionada na região epineural (região extremamente próxima ou na membrana que envolve a raiz nervosa), sendo essa cânula guiada por escopia (espécie de tomografia para visualização de imagens) em centro cirúrgico e sob sedação leve. Como evidenciado nos dois vídeos acima, o posicionamento adequado da cânula é checado inúmeras vezes, sendo a checagem definitiva mostrada no vídeo através da injeção de contraste com a coloração da emergência da raiz nervosa (neste caso em específico as raízes de L4-L5), confirmando de maneira inequívoca o posicionamento adequado da cânula. Posteriormente, injetamos nessa região uma pequena quantidade de anestésico de longa duração para alívio sintomático imediato, bem como altas doses de corticóide para cortar de maneira definitiva o processo inflamatório da lesão radicular e de possível lesão facetária associada, trazendo alívio imediato ao paciente. O procedimento pode ser utilizado em casos atípicos e interessantes como o apresentado acima, ou em lesões mais comuns e menos significativas, como protusões ou hérnia de disco, buscando alívio sintomático e resolução do processo inflamatório local e permitindo, desta forma, com que o paciente realize reabilitação física e fisioterápica adequada e, muitas vezes, até evitando a necessidade de abordagem cirúrgica. O outro lado do procedimento Infelizmente o procedimento possui um lado "lado negativo", pois apesar de ser um procedimento com resultado analgésico interessante, não temos como garantia de maneira efetiva o tempo de melhora dos sintomas, onde muitos pacientes apresentam melhoras por meses a anos, enquanto outros portadores de patologias mais graves apresentam melhora menos duradoura, em torno de três semanas a um mês. Mesmo nos casos de curta duração do efeito analgésico, o procedimento ainda tem a função diagnóstica, pois localiza com precisão o ponto de lesão e o ponto causador dos sintomas no paciente em questão. Esse caso traz dois fatores diferentes e interessantes; o primeiro deles seria a apresentação do bloqueio foraminal, ferramenta extremamente interessante do ponto de vista diagnóstico e terapêutico das doenças discais e facetárias da coluna lombar; por outro lado, exemplifica que as patologias da coluna, mesmo com a utilização de artroplastia de terceira geração, muitas vezes necessitam de manuseio cauteloso e adequado por parte do profissional responsável para a resolução de quadros álgicos durante a evolução a longo prazo, além da manutenção de orientações contínuas para a adequada evolução do ponto de vista físico e emocional a longo prazo. Agradecimento final Agradeço a todos vocês que me procuram pela confiança no tratamento e no manejo das patologias da coluna. Torço intensamente para que este paciente tenha uma boa recuperação e que, no menor tempo possível, esteja 100% reabilitado para retornar a vida plena que ele tanto merece. Saiba que eu e minha equipe médica estamos comprometidos em fornecer o melhor atendimento possível. Vamos conversar sobre as suas opções de tratamento e como podemos personalizá-las para atender às suas necessidades? Clique no link da bio! Abraços, Acesse aqui para assistir aos vídeos do caso. Este caso é extremamente interessante porque podemos discutir vários fatores inerentes às patologias da coluna vertebral. Gostaria de me acompanhar nesta leitura? Conheça o caso com mais detalhes Esse caso se refere a um paciente jovem, com dois anos de pós-operatório de artroplastia lombar, sistema de estabilização de terceira geração que substitui o disco doente por um disco artificial anatomicamente "igual ao disco normal". Com evolução extremamente satisfatória até dois anos de cirurgia, quando sofreu uma lesão traumática na posição sentado, desencadeando novamente quadro de ciatalgia (dor ciática) bilateral, porém pior do lado esquerdo. Dentro desse contexto, tínhamos um paciente com uma patologia extremamente grave a ponto de necessitar de substituição do disco doente por um artificial, que vinha evoluindo de maneira satisfatória até a ocorrência de lesão traumática, o que é plenamente possível de acontecer na vida de qualquer um, desencadeando novamente quadro de dor por um "machucado" das estruturas devido à dissipação da energia durante o trauma. O uso do bloqueio foraminal Usamos esse caso como exemplo para apresentar uma ferramenta terapêutica extremamente útil e muito utilizada nos dias de hoje, conhecida como bloqueio foraminal. Neste procedimento, uma cânula especial é posicionada na região epineural (região extremamente próxima ou na membrana que envolve a raiz nervosa), sendo essa cânula guiada por escopia (espécie de tomografia para visualização de imagens) em centro cirúrgico e sob sedação leve. Como evidenciado nos dois vídeos acima, o posicionamento adequado da cânula é checado inúmeras vezes, sendo a checagem definitiva mostrada no vídeo através da injeção de contraste com a coloração da emergência da raiz nervosa (neste caso em específico as raízes de L4-L5), confirmando de maneira inequívoca o posicionamento adequado da cânula. Posteriormente, injetamos nessa região uma pequena quantidade de anestésico de longa duração para alívio sintomático imediato, bem como altas doses de corticóide para cortar de maneira definitiva o processo inflamatório da lesão radicular e de possível
Neuromodulação e dor crônica complexa
O caso em questão representa o implante de um eletrodo torácico em placa, associado ao implante de gerador de última geração em região glútea para neuromodulação devido à dor crônica complexa e intratável por desequilíbrio neuronal grave em síndrome pós-laminectomia. Me acompanha na leitura deste caso? Entendendo o caso clínico Apesar das palavras se demonstrarem extremamente complexas de serem entendidas, na verdade, este caso nada mais é do que o tratamento de um paciente com dor crônica e excruciante em região lombar e membros inferiores, mesmo após a realização de tratamento cirúrgico em coluna lombar devido à uma hérnia de disco com compressão de estruturas neurológicas. Neste caso, o paciente era portador de hérnia de disco evoluindo para perda de movimentos e que necessitou passar por procedimento cirúrgico por outra equipe. Foi resolvido o quadro neurológico e recuperação da força motora nos membros inferiores, mas infelizmente não obteve alívio sintomático para o seu caso, o que é conhecido como síndrome pós-laminectomia ou falha do tratamento cirúrgico em procedimentos realizados na coluna. Até "pouco" tempo atrás, esses pacientes acabavam sendo obrigados a conviver com dores de moderada a altíssima intensidade, grave disfunção motora, além do desequilíbrio emocional e quadros depressivos. De forma mais recente, em especial nos últimos dez anos, e com geradores revolucionários nos últimos três anos, esses pacientes com quadros graves de dor vêm sendo submetido a instalação de um "chip" que, associado ao gerador de altíssima complexidade, permite uma reprogramação medular, aliviando de forma absurdamente importante e, em alguns casos, até de forma completa os sintomas apresentados pelo paciente, retirando a dor de maneira tão agressiva que causa uma revolução na vida de portadores de uma patologia tão grave. Indicação da neuromodulação Em muitos casos conseguimos não só o alívio sintomático com a reprogramação medular, mas a melhora neurológica e funcional. Isto se deve ao fato de que, com os novos geradores e novas formas de programação, conseguimos simular o aumento de força muscular em pacientes que apresentavam fraqueza e diminuição da espasticidade ou o relaxamento muscular em pacientes previamente portadores de patologias espásticas. A técnica de neuromodulação pode ser implantada em coluna cervical, torácica, lombar e região sacral, podendo também ser implantada em nervos periféricos para casos específicos; sendo uma verdadeira revolução no tratamento de dores crônicas e complexas não só em coluna, mas em decorrência de inúmeras outras patologias, como: radiculopatia com quadro álgico intratável, neuralgia do trigêmeo, síndrome pós-laminectomia, dores crônicas complexas e intratáveis em geral, dor pélvica crônica após descartadas outras patologias, angina refratária a outros tratamentos, artrite reumatóide grave não responsiva a outras abordagens, síndrome pós-herpética, síndrome regional complexa e síndrome simpático reflexa, entre outras indicações para o tratamento da dor e da função neuronal. Tendo isso em vista, se você se enquadra nesta situação ou se conhece um paciente que realizou tratamento cirúrgico na coluna, mas mantém um quadro álgico de intensidade considerável, considere procurar nossa equipe para uma avaliação sobre a possibilidade de implante de neuromodulação. Agradecimento final Agradeço a Deus por ter participado da resolução deste caso extremamente complexo. Estou aqui para ajudá-lo a recuperar a sua saúde. Como você tem se sentido ultimamente? Vamos trabalhar juntos para sua recuperação. Abraços, O caso em questão representa o implante de um eletrodo torácico em placa, associado ao implante de gerador de última geração em região glútea para neuromodulação devido à dor crônica complexa e intratável por desequilíbrio neuronal grave em síndrome pós-laminectomia. Me acompanha na leitura deste caso? Entendendo o caso clínico Apesar das palavras se demonstrarem extremamente complexas de serem entendidas, na verdade, este caso nada mais é do que o tratamento de um paciente com dor crônica e excruciante em região lombar e membros inferiores, mesmo após a realização de tratamento cirúrgico em coluna lombar devido à uma hérnia de disco com compressão de estruturas neurológicas. Neste caso, o paciente era portador de hérnia de disco evoluindo para perda de movimentos e que necessitou passar por procedimento cirúrgico por outra equipe. Foi resolvido o quadro neurológico e recuperação da força motora nos membros inferiores, mas infelizmente não obteve alívio sintomático para o seu caso, o que é conhecido como síndrome pós-laminectomia ou falha do tratamento cirúrgico em procedimentos realizados na coluna. Até "pouco" tempo atrás, esses pacientes acabavam sendo obrigados a conviver com dores de moderada a altíssima intensidade, grave disfunção motora, além do desequilíbrio emocional e quadros depressivos. De forma mais recente, em especial nos últimos dez anos, e com geradores revolucionários nos últimos três anos, esses pacientes com quadros graves de dor vêm sendo submetido a instalação de um "chip" que, associado ao gerador de altíssima complexidade, permite uma reprogramação medular, aliviando de forma absurdamente importante e, em alguns casos, até de forma completa os sintomas apresentados pelo paciente, retirando a dor de maneira tão agressiva que causa uma revolução na vida de portadores de uma patologia tão grave. Indicação da neuromodulação Em muitos casos conseguimos não só o alívio sintomático com a reprogramação medular, mas a melhora neurológica e funcional. Isto se deve ao fato de que, com os novos geradores e novas formas de programação, conseguimos simular o aumento de força muscular em pacientes que apresentavam fraqueza e diminuição da espasticidade ou o relaxamento muscular em pacientes previamente portadores de patologias espásticas. A técnica de neuromodulação pode ser implantada em coluna cervical, torácica, lombar e região sacral, podendo também ser implantada em nervos periféricos para casos específicos; sendo uma verdadeira revolução no tratamento de dores crônicas e complexas não só em coluna, mas em decorrência de inúmeras outras patologias, como: radiculopatia com quadro álgico intratável, neuralgia do trigêmeo, síndrome pós-laminectomia, dores crônicas complexas e intratáveis em geral, dor pélvica crônica após descartadas outras patologias, angina refratária a outros tratamentos, artrite reumatóide grave não responsiva a outras abordagens, síndrome pós-herpética, síndrome regional complexa e síndrome simpático reflexa, entre outras indicações para o tratamento da dor e da função neuronal. Tendo isso em vista, se você se enquadra nesta situação ou se conhece um paciente que










