Caso Clínico - Discopatia + Hérnia de Disco Cervical

Este é o caso de um paciente com discopatia cervical grave com degeneração discal completa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, que apresentava praticamente contato total de uma placa óssea com a outra, desencadeando atrito e muita dor. Gostaria de me acompanhar neste relato? Mais detalhes sobre o caso O paciente apresentava compressão das raízes nervosas à direita, o que desencadeava trajeto de dor em toda a extensão do membro superior direito, além de formigamento e perda de sensibilidade constante, bem como perda de força muscular e coordenação para movimentos finos na mão direita. O processo cirúrgico Tendo em vista a gravidade do caso, foi decidido por abordagem cirúrgica cervical considerada como híbrida, onde no segmento de C6-C7 foi realizado fusão intervertebral através de prótese cervical rígida com enxerto ósseo e, no segmento de C5-C6, realizado artroplastia de terceira geração para manutenção da mobilidade deste segmento. Foi feita uma base forte de estabilização no segmento de C6-C7 que constitui a intersecção entre a coluna cervical móvel e a coluna torácica rígida, com posterior estabilização do segmento de C5-C6, como dito anteriormente, com artroplastia cervical de terceira geração que mantém mobilidade do segmento operado. Desta forma, o paciente mantém uma excelente mobilidade na coluna cervical (como visto na terceira foto), mas não apresenta a complicação mais comum e temida da artrodese (fusão cervical), que seria a sobrecarga e degeneração precoce do segmento adjacente ao procedimento. Desta forma, consegue-se estabilização cervical adequada, mantendo a mobilidade cervical muito próxima do normal e sem sobrecarregar os segmentos adjacentes ao procedimento. Recuperação e pós-operatório O paciente encontra-se em processo pós-operatório extremamente recente, já com recuperação total da sensibilidade da força muscular, apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada para o tempo de procedimento e devendo estar totalmente reestabelecido em um período máximo de 60 dias de pós-operatório. Agradecimentos Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução de uma patologia extremamente grave e complexa. Se você precisar, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar! Esse conteúdo te lembrou de alguém? Compartilhe essa informação!

Este é o caso de um paciente com discopatia cervical grave com degeneração discal completa nos segmentos de C5-C6 e C6-C7, que apresentava praticamente contato total de uma placa óssea com a outra, desencadeando atrito e muita dor. Gostaria de me acompanhar neste relato?

Mais detalhes sobre o caso

O paciente apresentava compressão das raízes nervosas à direita, o que desencadeava trajeto de dor em toda a extensão do membro superior direito, além de formigamento e perda de sensibilidade constante, bem como perda de força muscular e coordenação para movimentos finos na mão direita.

Tendo em vista a gravidade do caso, foi decidido por abordagem cirúrgica cervical considerada como híbrida, onde no segmento de C6-C7 foi realizado fusão intervertebral através de prótese cervical rígida com enxerto ósseo e, no segmento de C5-C6, realizado artroplastia de terceira geração para manutenção da mobilidade deste segmento.

Foi feita uma base forte de estabilização no segmento de C6-C7 que constitui a intersecção entre a coluna cervical móvel e a coluna torácica rígida, com posterior estabilização do segmento de C5-C6, como dito anteriormente, com artroplastia cervical de terceira geração que mantém mobilidade do segmento operado. Desta forma, o paciente mantém uma excelente mobilidade na coluna cervical (como visto na terceira foto), mas não apresenta a complicação mais comum e temida da artrodese (fusão cervical), que seria a sobrecarga e degeneração precoce do segmento adjacente ao procedimento. Desta forma, consegue-se estabilização cervical adequada, mantendo a mobilidade cervical muito próxima do normal e sem sobrecarregar os segmentos adjacentes ao procedimento.

Recuperação e pós-operatório

O paciente encontra-se em processo pós-operatório extremamente recente, já com recuperação total da sensibilidade da força muscular, apresentando reabilitação física e fisioterápica adequada para o tempo de procedimento e devendo estar totalmente reestabelecido em um período máximo de 60 dias de pós-operatório.

Agradeço a Deus e a minha equipe por ter participado deste caso e ter sido um fator de resolução de uma patologia extremamente grave e complexa. Se você precisar, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Estou disponível para poder te ajudar!

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