Apesar deste ser um caso extremamente complexo, situações como essa se fazem rotineiras em nosso serviço devido ao fato de sermos um dos desenvolvedores desse tipo de abordagem cirúrgica, além do grande número de casos que nossa equipe aborda dessa forma todos os anos. Te convido a acompanhar o relato deste case de sucesso. Entenda o caso O paciente era portador de hérnia de disco lombar em dois níveis, possuindo essa patologia tanto nos segmentos de L4-L5 como de L5-S1, apresentando quadro de dor crônica complexa em coluna lombar e em membros inferiores direito e esquerdo, mais severo em membro inferior esquerdo; associado à alteração de sensibilidade e diminuição de força muscular em pé esquerdo, o que demandou necessidade de abordagem cirúrgica para descompressão e estabilização do segmento lombar. O procedimento cirúrgico Considerando o fato do paciente ser relativamente jovem, estando na época do procedimento na casa dos 50 anos de idade, foi decidido por abordagem cirúrgica por via transabdominal anterior, com ressecção dos discos intervertebrais de L4-L5 e L5-S1, além dos fragmentos herniados nesse segmento; com posterior substituição do disco intervertebral por disco artificial de terceira geração. O sistema de fixação possui as mesmas características de um disco intervertebral normal, mantendo desta forma, a mobilidade e anatomia normal do segmento operado. O caso em questão já possui cinco anos e meio de pós-operatório, estando o paciente hoje em dia totalmente assintomático e livre de queixas álgicas e neurológicas, praticando atividade física de moderada intensidade quatro vezes por semana e desempenhando as funções profissionais habituais que exercia antes da realização do procedimento. Esse é um dos inúmeros exemplos, de pós-operatório tardio, com mais de cinco anos de evolução de artroplastia lombar, em paciente assintomático e 100% reabilitado. Agradeço a Deus pela excelente experiência em tratar esse perfil de paciente e a toda minha equipe pelo excelente resultado alcançado. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Lembre-se que cuidar da sua saúde é uma prioridade e estou aqui para apoiá-lo (a) em todas as etapas do seu tratamento Abraços, Apesar deste ser um caso extremamente complexo, situações como essa se fazem rotineiras em nosso serviço devido ao fato de sermos um dos desenvolvedores desse tipo de abordagem cirúrgica, além do grande número de casos que nossa equipe aborda dessa forma todos os anos. Te convido a acompanhar o relato deste case de sucesso. O paciente era portador de hérnia de disco lombar em dois níveis, possuindo essa patologia tanto nos segmentos de L4-L5 como de L5-S1, apresentando quadro de dor crônica complexa em coluna lombar e em membros inferiores direito e esquerdo, mais severo em membro inferior esquerdo; associado à alteração de sensibilidade e diminuição de força muscular em pé esquerdo, o que demandou necessidade de abordagem cirúrgica para descompressão e estabilização do segmento lombar. Considerando o fato do paciente ser relativamente jovem, estando na época do procedimento na casa dos 50 anos de idade, foi decidido por abordagem cirúrgica por via transabdominal anterior, com ressecção dos discos intervertebrais de L4-L5 e L5-S1, além dos fragmentos herniados nesse segmento; com posterior substituição do disco intervertebral por disco artificial de terceira geração. O sistema de fixação possui as mesmas características de um disco intervertebral normal, mantendo desta forma, a mobilidade e anatomia normal do segmento operado. O caso em questão já possui cinco anos e meio de pós-operatório, estando o paciente hoje em dia totalmente assintomático e livre de queixas álgicas e neurológicas, praticando atividade física de moderada intensidade quatro vezes por semana e desempenhando as funções profissionais habituais que exercia antes da realização do procedimento. Esse é um dos inúmeros exemplos, de pós-operatório tardio, com mais de cinco anos de evolução de artroplastia lombar, em paciente assintomático e 100% reabilitado. Agradeço a Deus pela excelente experiência em tratar esse perfil de paciente e a toda minha equipe pelo excelente resultado alcançado. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Lembre-se que cuidar da sua saúde é uma prioridade e estou aqui para apoiá-lo (a) em todas as etapas do seu tratamento
Artroplastia lombar de terceira geração
Confira mais um caso de sucesso de um paciente jovem (menos de 40 anos), que apresentava hérnia de disco extrusa (extravasamento do disco intervertebral com compressão medular e radicular) nos segmentos L4-L5 e L5-S1. Ele já havia realizado tentativa de tratamento cirúrgico através de microdiscectomia lombar mas não obteve o resultado esperado. Me acompanha no relato deste caso? Mais detalhes sobre o caso O quadro citado acima acarretou ao paciente longos anos de queixas álgicas em coluna lombar e membros inferiores com características ciáticas sem real alívio após inúmeras tentativas de tratamento conservador e tentativa de abordagem cirúrgica, prejudicando, deste modo, a qualidade de vida e o desempenho profissional do paciente. A troca do disco intervertebral Como outras vezes já demonstrado nesta página, foi optado por abordagem por via anterior transabdominal, não lesando a musculatura posterior de sustentação e eretora da coluna toracolombar, o que permite procedimentos menos agressivos para a abordagem dessa região, com retirada de todo o disco doente, tanto do segmento L4-L5, como de L5-S1, e substituição deles por artroplastia lombar de terceira geração; que consiste em um disco artificial com as características mecânicas e biomecânicas semelhantes a um disco natural, que devolve a anatomia segmentar normal no segmento operado, reestruturando a coluna lombar e permitindo os melhores resultados tanto a curto quanto a longo prazo. Recuperação e ganho de qualidade de vida O paciente já está com cerca de 30 dias de pós-operatório, com evolução muito satisfatória, deambulando e já retornou ao seu país de origem. O jovem iniciou reabilitação física leve e deve terminar o processo de reabilitação em 30 dias, quando poderá iniciar atividades físicas de maior intensidade. Após seis meses estará de alta médica e capacitado para a realização de qualquer atividade física e profissional, onde a patologia da coluna deixará de ser um impedimento ou uma complicação. Palavras finais Um caso assim me enche de alegria pelo resultado excelente e a transformação que essas pessoas sofrem após procedimento adequado com implante de última tecnologia. Agradeço a Deus por ser um instrumento dele para ajudar a devolver a qualidade de vida e bem-estar a mais uma pessoa que tanto sofria com dores crônicas. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar! Abraços, Confira mais um caso de sucesso de um paciente jovem (menos de 40 anos), que apresentava hérnia de disco extrusa (extravasamento do disco intervertebral com compressão medular e radicular) nos segmentos L4-L5 e L5-S1. Ele já havia realizado tentativa de tratamento cirúrgico através de microdiscectomia lombar mas não obteve o resultado esperado. Me acompanha no relato deste caso? Mais detalhes sobre o caso O quadro citado acima acarretou ao paciente longos anos de queixas álgicas em coluna lombar e membros inferiores com características ciáticas sem real alívio após inúmeras tentativas de tratamento conservador e tentativa de abordagem cirúrgica, prejudicando, deste modo, a qualidade de vida e o desempenho profissional do paciente. A troca do disco intervertebral Como outras vezes já demonstrado nesta página, foi optado por abordagem por via anterior transabdominal, não lesando a musculatura posterior de sustentação e eretora da coluna toracolombar, o que permite procedimentos menos agressivos para a abordagem dessa região, com retirada de todo o disco doente, tanto do segmento L4-L5, como de L5-S1, e substituição deles por artroplastia lombar de terceira geração; que consiste em um disco artificial com as características mecânicas e biomecânicas semelhantes a um disco natural, que devolve a anatomia segmentar normal no segmento operado, reestruturando a coluna lombar e permitindo os melhores resultados tanto a curto quanto a longo prazo. Recuperação e ganho de qualidade de vida O paciente já está com cerca de 30 dias de pós-operatório, com evolução muito satisfatória, deambulando e já retornou ao seu país de origem. O jovem iniciou reabilitação física leve e deve terminar o processo de reabilitação em 30 dias, quando poderá iniciar atividades físicas de maior intensidade. Após seis meses estará de alta médica e capacitado para a realização de qualquer atividade física e profissional, onde a patologia da coluna deixará de ser um impedimento ou uma complicação. Um caso assim me enche de alegria pelo resultado excelente e a transformação que essas pessoas sofrem após procedimento adequado com implante de última tecnologia. Agradeço a Deus por ser um instrumento dele para ajudar a devolver a qualidade de vida e bem-estar a mais uma pessoa que tanto sofria com dores crônicas. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar!
Uma batalha de anos
Muitas vezes, publico casos clínicos mais simples e com resoluções iniciais que apresentam excelentes resultados clínicos; no entanto, na vida real, muitos casos são verdadeiras epopéias que sugam tanto o médico quanto o paciente ao seus limites físicos e emocionais para que determinadas patologias sejam definitivamente corrigidas. Me acompanha neste relato super complexo? Conheça mais detalhes sobre este caso As doenças dos discos intervertebrais, em sua maioria, são patologias com componentes genéticos e degenerativos, tendendo a apresentar piora lenta e gradual com o passar dos anos ao invés de apresentar episódios de melhora do fator de degeneração segmentar, sendo essa uma preocupação e complicação a mais para o tratamento deste perfil de pacientes a longo prazo. Especificamente neste caso, a paciente foi submetida ao primeiro procedimento cirúrgico há cerca de oito anos por outra equipe, devido a uma discopatia degenerativa lombar grave nos segmentos L3-L4 e L4-L5 (desgaste severo dos discos nesse segmento), sendo submetida ao procedimento de artrodese convencional com parafusos mais TLIF (Transforaminal Lumbar Interbody Fusion) nos referidos segmentos; apresentou agressiva piora do quadro álgico no pós-operatório, em especial piora do quadro de função neurológica e radicular em membros inferiores, sendo um dos raros casos em que a paciente desenvolveu piora do quadro de dor após realização de procedimento cirúrgico convencional. Muitas vezes, em cirurgias realizadas há muitos anos e com outra tecnologia, pacientes que foram submetidos a esse tipo de artrodese podiam apresentar melhora neurológica sem melhora efetiva no quadro de dor, mas apenas em raríssimos casos, paciente experimentava a sensação de piora no pós-operatório em relação ao pré-operatório, sendo esse caso um exemplo disso. Neuromodulação ou "chip na coluna" Após dois anos da primeira abordagem, a paciente foi submetida a instalação de sistema de neuromodulação com eletrodo torácico e gerador lombar, sendo o eletrodo torácico destacado na primeira e segunda imagem, trouxe alívio parcial dos sintomas, em especial dos sintomas relacionados à dor ciática (dor irradiada para membros inferiores). Infelizmente apresentou apenas alívio discreto do quadro de dor lombar associada. A paciente evoluiu com degeneração progressiva do segmento adjacente à artrodese L5-S1, devido ao que chamamos de alteração do balanço sagital grave, onde a degeneração de um disco tão importante como o L5-S1, acaba desenvolvendo um desequilíbrio de todo o eixo de apoio corpóreo, trazendo importante sobrecarga biomecânica para as estruturas lombares e sacro-ilíacas e sendo responsáveis, neste caso, pelos quadros de dor excruciante que ela apresentava em coluna lombar. Foi realizado procedimento cirúrgico lombar por via anterior com ressecção de todo o disco intervertebral de L5-S1 e substituição dele por ALIF, prótese especial para consolidação vertebral por via anterior, sendo utilizado, neste caso, prótese de titânio maciço hiperlordótico (implante rígido e com alta capacidade de redução de deformidades com importante ângulo lordótico, ou seja, muito maior na porção anterior que na porção posterior). Melhora na qualidade de vida Finalizando o processo de fusão e consolidação agora de L3 a S1, mas desta vez com coluna lombar estabilizada em posição adequada lordótica; devolvendo a paciente o equilíbrio sagital normal e melhorarmos o quadro de dor lombar tanto quanto sacro-ilíaca da mesma. Há cerca de dois anos a paciente finalmente apresentou melhora efetiva do quadro álgico inicial e após primeira cirurgia realizada por outra equipe, possuindo sistema de neuromodulação para controle de dor ciática e com artrodese em adequada posição por via posterior em L3-L4-L5 e via anterior em L5-S1, corrigindo o ângulo de lordose lombar e trazendo finalmente alívio adequado do quadro de lombalgia crônica, ela passou a ser capaz de desempenhar atividades profissionais leves, além de permitir reabilitação física adequada com fortalecimento muscular, com melhora do padrão físico e biomecânico, devolvendo qualidade de vida próxima do normal, apesar da necessidade de utilização de medicação contínua para controle sintomático residual. Considerações finais Pacientes com casos graves e crônicos como esse precisam focar na esperança de que a medicina tende a evoluir e se desenvolver com o passar dos anos, desta forma, mantendo-se um bom condicionamento físico e uma boa condição de saúde, tende-se de tempos em tempos passarmos por saltos tecnológicos importantes que permitam novas abordagens terapêuticas para pacientes com tamanha gravidade. Há seis meses, após chegada ao Brasil do mais moderno gerador Boston capaz de programações complexas específicas, possuindo sistema sistema de inteligência artificial próprio que permite autorregulação do gerador, sistema mais efetivo de entrega de energia, programações neuronais mais próximas da normalidade fisiológica, além de serem capaz de retirar a dor sem causar parestesia associada, a paciente realizou o último procedimento para troca do antigo gerador por um de última geração. Finalmente apresentou 100% de alívio sintomático e sem a necessidade no uso de medicação para controle de quadro álgico residual e desempenhando as funções normais "de qualquer ser humano". Agradecimentos Fica aqui um exemplo real de como a luta diária, somando-se ao fato de nunca se perder a fé de conseguir uma melhora efetiva mesmo na presença de patologias graves, associado à medicina de ponta com profissionais altamente capacitados e dispositivos médicos de altíssima tecnologia, consegue-se resultados extraordinários no tratamento de pacientes que já tinham sido considerados desenganados por outras equipes e especialistas. Agradeço a paciente por tantos anos de luta contínua e diária pela qual passamos juntos, além de agradecer imensamente a Deus pela oportunidade de ver transformação tão expressiva na vida de pessoas que aparentemente não fizeram nada que merecesse tamanho sofrimento. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar! Abraços, Muitas vezes, publico casos clínicos mais simples e com resoluções iniciais que apresentam excelentes resultados clínicos; no entanto, na vida real, muitos casos são verdadeiras epopéias que sugam tanto o médico quanto o paciente ao seus limites físicos e emocionais para que determinadas patologias sejam definitivamente corrigidas. Me acompanha neste relato super complexo? Conheça mais detalhes sobre este caso As doenças dos discos intervertebrais, em sua maioria, são patologias com componentes genéticos e degenerativos, tendendo a apresentar piora lenta e gradual com o passar dos anos ao invés
Artroplastia lombar e possíveis dificuldades da via de acesso
Caso extremamente delicado de um paciente jovem e de excelente nível sócio-econômico, que exerce atividade profissional de alto rendimento empresarial e com necessidade precoce e completa de retorno às atividades funcionais. Te convido a me acompanhar neste relato de sucesso! Entenda o caso O jovem apresentava quadro de dor lombar excruciante com irradiação para membros inferiores pior à esquerda, há mais de dez anos, devido a duas hérnias de disco lombar. Apresentava hérnia de disco extrusa (disco intervertebral que explode e comprime estruturas radiculares), em L4-L5 e L5-S1, o que acarretava perda total de altura discal no segmento L5-S1, deixando ele totalmente inativo em relação à capacidade de absorção de impacto. O paciente já tinha realizado todas as formas possíveis de tratamento conservador (tratamento não cirúrgico), com bloqueio foraminal e facetário para alívio sintomático, com melhora apenas parcial do quadro e por um curto período de tempo, sem melhora efetiva do quadro. O procedimento cirúrgico O paciente apresentava dificuldade extra em relação ao procedimento em si, pois devido à cirurgia prévia em região abdominal, ele apresentava grande quantidade de fibrose de estruturas abdominais, o que dificulta muito a via de acesso e o acesso transabdominal às estruturas da coluna lombar. O fato se faz relevante porque em nossa equipe possuímos cirurgiões de acesso inicialmente formados como cirurgiões vasculares para realizar abordagem cirúrgica transabdominal de maneira rápida, segura e eficaz, minimizando qualquer risco de lesão relacionadas à abordagem cirúrgica de acesso até as nobres estruturas da coluna lombar. Artroplastia lombar de terceira geração Como já mencionei algumas vezes em minhas redes sociais e site, o procedimento habitual realizado foi a artroplastia lombar de terceira geração nos segmentos L4-L5, L5-S1, com o paciente já acordando no pós-operatório imediato, totalmente assintomático e recebendo alta hospitalar após três dias de internação, além de estar completamente livre dos sintomas que apresentava no pós-operatório. Agora, resta somente esperar o tempo correto para biointegração do implante ao osso e respeitar as fases de reabilitação física e fisioterápica para total recuperação do quadro, sendo entre 60 e 90 dias no máximo, devendo retornar às atividades esportivas leves com 60 dias de pós-operatório e às atividades esportivas de maior demanda após quatro meses de cirurgia; já as de alto impacto, como futebol e artes marciais, após cerca de dez a doze meses de pós-operatório. Agradecimento final Agradeço a Deus e a minha equipe pela capacitação técnica e profissional que permite a realização deste tipo de procedimento em pacientes jovens e com resultados tão satisfatórios. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível para todos no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar! Abraços, Caso extremamente delicado de um paciente jovem e de excelente nível sócio-econômico, que exerce atividade profissional de alto rendimento empresarial e com necessidade precoce e completa de retorno às atividades funcionais. Te convido a me acompanhar neste relato de sucesso! O jovem apresentava quadro de dor lombar excruciante com irradiação para membros inferiores pior à esquerda, há mais de dez anos, devido a duas hérnias de disco lombar. Apresentava hérnia de disco extrusa (disco intervertebral que explode e comprime estruturas radiculares), em L4-L5 e L5-S1, o que acarretava perda total de altura discal no segmento L5-S1, deixando ele totalmente inativo em relação à capacidade de absorção de impacto. O paciente já tinha realizado todas as formas possíveis de tratamento conservador (tratamento não cirúrgico), com bloqueio foraminal e facetário para alívio sintomático, com melhora apenas parcial do quadro e por um curto período de tempo, sem melhora efetiva do quadro. O paciente apresentava dificuldade extra em relação ao procedimento em si, pois devido à cirurgia prévia em região abdominal, ele apresentava grande quantidade de fibrose de estruturas abdominais, o que dificulta muito a via de acesso e o acesso transabdominal às estruturas da coluna lombar. O fato se faz relevante porque em nossa equipe possuímos cirurgiões de acesso inicialmente formados como cirurgiões vasculares para realizar abordagem cirúrgica transabdominal de maneira rápida, segura e eficaz, minimizando qualquer risco de lesão relacionadas à abordagem cirúrgica de acesso até as nobres estruturas da coluna lombar. Artroplastia lombar de terceira geração Como já mencionei algumas vezes em minhas redes sociais e site, o procedimento habitual realizado foi a artroplastia lombar de terceira geração nos segmentos L4-L5, L5-S1, com o paciente já acordando no pós-operatório imediato, totalmente assintomático e recebendo alta hospitalar após três dias de internação, além de estar completamente livre dos sintomas que apresentava no pós-operatório. Agora, resta somente esperar o tempo correto para biointegração do implante ao osso e respeitar as fases de reabilitação física e fisioterápica para total recuperação do quadro, sendo entre 60 e 90 dias no máximo, devendo retornar às atividades esportivas leves com 60 dias de pós-operatório e às atividades esportivas de maior demanda após quatro meses de cirurgia; já as de alto impacto, como futebol e artes marciais, após cerca de dez a doze meses de pós-operatório. Agradeço a Deus e a minha equipe pela capacitação técnica e profissional que permite a realização deste tipo de procedimento em pacientes jovens e com resultados tão satisfatórios. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível para todos no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise, não deixe de entrar em contato através de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar!
Artroplastia de terceira geração tipo M6-C realizado nos segmentos C5-C6/ C6-C7
A seguir, um caso extremamente gratificante de uma paciente que apresentava quadro de cervicalgia crônica e excruiante há mais de 10 anos. Te convido a conferir este relato que foi um sucesso cirúrgico. Entenda mais sobre a doença A paciente chegou ao nosso serviço totalmente incapacitada do ponto de vista funcional e apresentando desequilíbrio neurológico e emocional graves, inclusive com quadro de depressão em decorrência de dor crônica complexa e de falta de perspectiva de melhora do seu quadro clínico. Foi realizado artroplastia cervical em dois níveis há mais ou menos quatro anos, com recuperação total da lordose cervical e do alinhamento coronal, com implantes mantendo mobilidade adequada e trazendo eficiente estabilidade ao segmento operado. Hoje a paciente está há mais de três anos com melhora sintomática total do quadro álgico e tendo retornado às atividades físicas e laborais normais, sem apresentar, no momento do atendimento, qualquer limitação e estando extremamente satisfeita com o tratamento cirúrgico proposto. Palavras finais Nos enchemos de gratidão e alegria por poder fazer parte de tamanha transformação e esperamos ainda ter saúde e apoio das entidades superiores para poder continuar ajudando pessoas como essa a revolucionarem sua qualidade de vida e sua forma de encarar o mundo e a realidade. Caso você precise de uma orientação médica ou sobre atendimento, saiba que estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise de ajuda para avaliar o seu caso, não deixe de entrar em contato por meio dos meus canais de atendimento. Prometo fazer o meu melhor para ajudá-lo (a). Abraços A seguir, um caso extremamente gratificante de uma paciente que apresentava quadro de cervicalgia crônica e excruiante há mais de 10 anos. Te convido a conferir este relato que foi um sucesso cirúrgico. Entenda mais sobre a doença A paciente chegou ao nosso serviço totalmente incapacitada do ponto de vista funcional e apresentando desequilíbrio neurológico e emocional graves, inclusive com quadro de depressão em decorrência de dor crônica complexa e de falta de perspectiva de melhora do seu quadro clínico. Foi realizado artroplastia cervical em dois níveis há mais ou menos quatro anos, com recuperação total da lordose cervical e do alinhamento coronal, com implantes mantendo mobilidade adequada e trazendo eficiente estabilidade ao segmento operado. Hoje a paciente está há mais de três anos com melhora sintomática total do quadro álgico e tendo retornado às atividades físicas e laborais normais, sem apresentar, no momento do atendimento, qualquer limitação e estando extremamente satisfeita com o tratamento cirúrgico proposto. Nos enchemos de gratidão e alegria por poder fazer parte de tamanha transformação e esperamos ainda ter saúde e apoio das entidades superiores para poder continuar ajudando pessoas como essa a revolucionarem sua qualidade de vida e sua forma de encarar o mundo e a realidade. Caso você precise de uma orientação médica ou sobre atendimento, saiba que estou disponível no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise de ajuda para avaliar o seu caso, não deixe de entrar em contato por meio dos meus canais de atendimento. Prometo fazer o meu melhor para ajudá-lo (a).
Artroplastia lombar de terceira geração tipo M6-L realizado no segmento L5-S1
Compartilho hoje um relato mais simples, porém muito positivo para toda a minha equipe. Me acompanha nesta leitura? Apesar destes tipos de casos de artroplastia lombar realizada em apenas um nível, serem extremamente comuns e corriqueiros na nossa equipe, já há longos períodos sendo conhecido por nós a grande melhora clínica e biomecânica que esses pacientes apresentam, me enche de orgulho poder compartilhar um caso específico como esse para que mais pessoas saibam que sentir dor não pode ser considerado algo normal. Saiba mais sobre o caso A paciente realizou sua cirurgia de artroplastia lombar há aproximadamente cinco anos, e desde então, já perdeu em média de 15 à 18 quilos de massa gorda, onde a mesma foi substituída por massa magra, ou seja, a paciente trocou tecido ruim por tecido altamente biológico e funcional, fazendo atividade física de alta demanda seis vezes por semana e tendo retomado a sua grande paixão que é o Jiu-jitsu de três a quatro vezes por semana, ocasionando uma espantosa mudança de seu padrão físico, estético e biomecânico. Agradecimento Agradeço a Deus pela disponibilidade e expertise de ser um dos maiores nomes na realização desse tipo de procedimento e de poder presenciar a revolução que este tipo de cirurgia traz na vida das pessoas a ela submetida. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível para todos no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise de ajuda para avaliar o seu caso, não deixe de entrar em contato por meio de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar! Abraços, Compartilho hoje um relato mais simples, porém muito positivo para toda a minha equipe. Me acompanha nesta leitura? Apesar destes tipos de casos de artroplastia lombar realizada em apenas um nível, serem extremamente comuns e corriqueiros na nossa equipe, já há longos períodos sendo conhecido por nós a grande melhora clínica e biomecânica que esses pacientes apresentam, me enche de orgulho poder compartilhar um caso específico como esse para que mais pessoas saibam que sentir dor não pode ser considerado algo normal. A paciente realizou sua cirurgia de artroplastia lombar há aproximadamente cinco anos, e desde então, já perdeu em média de 15 à 18 quilos de massa gorda, onde a mesma foi substituída por massa magra, ou seja, a paciente trocou tecido ruim por tecido altamente biológico e funcional, fazendo atividade física de alta demanda seis vezes por semana e tendo retomado a sua grande paixão que é o Jiu-jitsu de três a quatro vezes por semana, ocasionando uma espantosa mudança de seu padrão físico, estético e biomecânico. Agradeço a Deus pela disponibilidade e expertise de ser um dos maiores nomes na realização desse tipo de procedimento e de poder presenciar a revolução que este tipo de cirurgia traz na vida das pessoas a ela submetida. Aos que precisam de ajuda e gostariam de saber mais informações sobre o meu atendimento, estou disponível para todos no Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio Libanês. Caso precise de ajuda para avaliar o seu caso, não deixe de entrar em contato por meio de meus canais de atendimento. Será uma honra poder ajudar!
Artrodese lombar por via anterior + neuromodulação de resgate
Caso extremamente interessante e complexo que ressalta a importância da busca de tratamento médico precoce. Deve-se procurar um especialista sempre que alterações de maior significância se apresentarem, pois a janela de oportunidade para ação pode trazer total diferença entre um resultado bom ou insuficiente. Você me acompanha na leitura deste relato? Entenda o caso e o procedimento cirúrgico Paciente apresentava quadro de hérnia de disco extrusa nos segmentos de L4-L5 e L5-S1, tendo recebido indicação para tratamento cirúrgico, mas não realizando por medo do procedimento, permanecendo com queixas álgicas de moderada a forte intensidade durante dois anos antes de tomar decisão por tratamento cirúrgico. Neste momento, foi decidido por abordagem exclusiva por via anterior transabdominal para ressecção de todo disco intervertebral, incluindo fragmento herniado e substituição do espaço discal por prótese anterior conhecida como ALIF (Anterior lumbar interbody fusion), que proporcionou consolidação do segmentos operados L4-L5 e L5-S1 com resolução do problema estrutural presente na coluna do paciente. A demora no tratamento da hérnia causou nova patologia No entanto, devido a demora na realização do tratamento cirúrgico, o paciente desenvolveu lesão radicular com desequilíbrio neuronal grave, ou seja, a patologia deixou de ser uma doença estrutural da coluna para ser uma doença da raiz nervosa ou, mais especificamente, uma lesão neuronal (lesão no neurônio presente na raiz nervosa). Desta forma, o paciente precisou passar por novo procedimento cirúrgico para implante de eletrodo torácico e gerador lombar para neuromodulação, somente neste caso conseguindo alívio sintomático adequado que permitisse retorno dele às atividades laborais normais. Uma vida sem dor é possível Paciente hoje com mais de quatro anos de pós-operatório, com evolução satisfatória, realizando atividade física regular e contínua, sem queixas álgicas e com excelente recuperação da qualidade de vida; no entanto, caso ele tivesse se submetido previamente ao tratamento cirúrgico dentro da janela oportunidade, provavelmente ele não precisaria ter passado por um segundo procedimento e, muito menos, necessitaria do uso contínuo de neuromodulação para controle álgico. Vale lembrar: procure o seu médico e siga as orientações adequadas sempre que possível, pois como dito no início do texto, essa pode ser a grande diferença entre um resultado bom e um resultado ruim. Você não deve se acostumar com a dor, busque conhecer as opções de tratamento moldadas ao seu caso. Abraços, Caso extremamente interessante e complexo que ressalta a importância da busca de tratamento médico precoce. Deve-se procurar um especialista sempre que alterações de maior significância se apresentarem, pois a janela de oportunidade para ação pode trazer total diferença entre um resultado bom ou insuficiente. Você me acompanha na leitura deste relato? Entenda o caso e o procedimento cirúrgico Paciente apresentava quadro de hérnia de disco extrusa nos segmentos de L4-L5 e L5-S1, tendo recebido indicação para tratamento cirúrgico, mas não realizando por medo do procedimento, permanecendo com queixas álgicas de moderada a forte intensidade durante dois anos antes de tomar decisão por tratamento cirúrgico. Neste momento, foi decidido por abordagem exclusiva por via anterior transabdominal para ressecção de todo disco intervertebral, incluindo fragmento herniado e substituição do espaço discal por prótese anterior conhecida como ALIF (Anterior lumbar interbody fusion), que proporcionou consolidação do segmentos operados L4-L5 e L5-S1 com resolução do problema estrutural presente na coluna do paciente. A demora no tratamento da hérnia causou nova patologia No entanto, devido a demora na realização do tratamento cirúrgico, o paciente desenvolveu lesão radicular com desequilíbrio neuronal grave, ou seja, a patologia deixou de ser uma doença estrutural da coluna para ser uma doença da raiz nervosa ou, mais especificamente, uma lesão neuronal (lesão no neurônio presente na raiz nervosa). Desta forma, o paciente precisou passar por novo procedimento cirúrgico para implante de eletrodo torácico e gerador lombar para neuromodulação, somente neste caso conseguindo alívio sintomático adequado que permitisse retorno dele às atividades laborais normais. Uma vida sem dor é possível Paciente hoje com mais de quatro anos de pós-operatório, com evolução satisfatória, realizando atividade física regular e contínua, sem queixas álgicas e com excelente recuperação da qualidade de vida; no entanto, caso ele tivesse se submetido previamente ao tratamento cirúrgico dentro da janela oportunidade, provavelmente ele não precisaria ter passado por um segundo procedimento e, muito menos, necessitaria do uso contínuo de neuromodulação para controle álgico. Vale lembrar: procure o seu médico e siga as orientações adequadas sempre que possível, pois como dito no início do texto, essa pode ser a grande diferença entre um resultado bom e um resultado ruim. Você não deve se acostumar com a dor, busque conhecer as opções de tratamento moldadas ao seu caso.
Mielopatia cervical por discopatia em múltiplos níveis
Caso extremamente grave e complexo de um paciente relativamente jovem de 48 anos. Te convido a conferir este importante relato. Conheça detalhes do caso O paciente apresentava um quadro de hérnia de disco cervical em quatro níveis, ou seja, explosão do disco intervertebral com extravasamento do seu conteúdo e compressão medular nos segmentos de C3-C4/C4-C5/C5-C6/C6-C7, desencadeando em uma temida complicação conhecida como mielopatia, onde a compressão da medula acaba acarretando também na compressão da artéria espinhal anterior (principal responsável pela irrigação medular), provocando isquemia medular e morte do tecido neurológico, com consequente e rápida perda das funções motoras e sensitivas em membros superiores e inferiores, além de alterações gastrointestinais e genito-urinária associadas à forte sensação de tontura e perda de equilíbrio, causando gravíssima perda de mobilidade, tendo a evolução natural da doença o desfecho de tetraplegia total do paciente. Felizmente, mesmo diante da gravidade e velocidade de evolução do quadro, foi feito diagnóstico precoce e abordagem cirúrgica emergencial, sendo realizada ressecção total do corpo de C6, procedimento conhecido como corpectomia cervical para descompressão da artéria espinhal anterior, com artrodese nos segmentos de C5-C6 e C7, possibilitado pela utilização de moderno CAGE de corpectomia com fixação através de placa e parafusos de titânio. Conheça a cirurgia de artroplastia Além disso, também foi realizada discectomia total no segmento de C3-C4 e C4-C5, com substituição do disco intervertebral lesado por artroplastia de terceira geração, sistema que substitui o disco intervertebral normal por um implante com as mesmas características anatômicas de um disco intervertebral normal, possuindo ânulo fibroso e núcleo pulposo artificial, associado à importante característica de promover reconfecção da lordose cervical, pois tais implantes são muito maiores na posição anterior do que na porção posterior, permitindo assim reconstrução anatômica normal do segmento operado. Pós-operatório e recuperação Hoje o paciente já está com mais de 15 dias de pós-operatório, deambulando normalmente e com recuperação total da perda de força em membros superiores e inferiores que apresentava no pré-operatório, já podendo ser considerado "curado" da patologia de base apresentada. É esperada a recuperação clínica total em um período máximo de 6 meses de pós-operatório. Agradecimentos Agradeço a Deus a minha equipe pela excelência no diagnóstico e tratamento de tão grave patologia e poder ser um fator positivo na vida dos pacientes que me procuram. Reforço que nós, médicos, não passamos de instrumentos de forças superiores que iluminam e curam os pacientes que assim o fizeram por merecer. Abraços, Caso extremamente grave e complexo de um paciente relativamente jovem de 48 anos. Te convido a conferir este importante relato. O paciente apresentava um quadro de hérnia de disco cervical em quatro níveis, ou seja, explosão do disco intervertebral com extravasamento do seu conteúdo e compressão medular nos segmentos de C3-C4/C4-C5/C5-C6/C6-C7, desencadeando em uma temida complicação conhecida como mielopatia, onde a compressão da medula acaba acarretando também na compressão da artéria espinhal anterior (principal responsável pela irrigação medular), provocando isquemia medular e morte do tecido neurológico, com consequente e rápida perda das funções motoras e sensitivas em membros superiores e inferiores, além de alterações gastrointestinais e genito-urinária associadas à forte sensação de tontura e perda de equilíbrio, causando gravíssima perda de mobilidade, tendo a evolução natural da doença o desfecho de tetraplegia total do paciente. Felizmente, mesmo diante da gravidade e velocidade de evolução do quadro, foi feito diagnóstico precoce e abordagem cirúrgica emergencial, sendo realizada ressecção total do corpo de C6, procedimento conhecido como corpectomia cervical para descompressão da artéria espinhal anterior, com artrodese nos segmentos de C5-C6 e C7, possibilitado pela utilização de moderno CAGE de corpectomia com fixação através de placa e parafusos de titânio. Conheça a cirurgia de artroplastia Além disso, também foi realizada discectomia total no segmento de C3-C4 e C4-C5, com substituição do disco intervertebral lesado por artroplastia de terceira geração, sistema que substitui o disco intervertebral normal por um implante com as mesmas características anatômicas de um disco intervertebral normal, possuindo ânulo fibroso e núcleo pulposo artificial, associado à importante característica de promover reconfecção da lordose cervical, pois tais implantes são muito maiores na posição anterior do que na porção posterior, permitindo assim reconstrução anatômica normal do segmento operado. Pós-operatório e recuperação Hoje o paciente já está com mais de 15 dias de pós-operatório, deambulando normalmente e com recuperação total da perda de força em membros superiores e inferiores que apresentava no pré-operatório, já podendo ser considerado "curado" da patologia de base apresentada. É esperada a recuperação clínica total em um período máximo de 6 meses de pós-operatório. Agradeço a Deus a minha equipe pela excelência no diagnóstico e tratamento de tão grave patologia e poder ser um fator positivo na vida dos pacientes que me procuram. Reforço que nós, médicos, não passamos de instrumentos de forças superiores que iluminam e curam os pacientes que assim o fizeram por merecer.
Dor crônica complexa e intratável por desequilíbrio neuronal grave
Rara falha em primeiro sistema de Neuromodulação Caso de evolução da dor crônica complexa e intratável. Após longos anos de tratamento extremamente grave, onde foi realizado artrodese (fusão óssea) nos segmentos L4-L5 e L5-S1 por dupla via, que significa que para a realização da fusão intervertebral a paciente foi abordada tanto por via anterior como por via posterior. Me acompanhe neste relato incrível! Entenda o caso Um procedimento dessa magnitude para fusão intervertebral possui excelente aceitação e indicação na prática diária da cirurgia da coluna, sendo muitas vezes um excelente método de tratamento para pacientes que realmente precisam de fusões intervertebrais mais rígidas. O objetivo da abordagem por via interior é promover um suporte anterior para estabilização do corpo vertebral e colocação de enxerto, além desses suportes serem importantes fontes causadoras de lordose (recuperação da curvatura lombar normal), o que traz melhores resultados em termos de controle da dor a médio e longo prazo; associado a isso é realizada uma fixação através de via de acesso posterior com parafusos perdiculares para estabilização da montagem, permitindo dessa forma uma consolidação rígida e efetiva dos segmentos operados; onde o procedimento foi realizado de maneira adequada, mesmo não tendo sido realizado por nossa equipe. Recuperação da primeira cirurgia A paciente evoluiu no pós-operatório de forma satisfatória em relação à fusão intervertebral, com melhora parcial da função neurológica que havia perdido, além de melhora discreta do quadro álgico tanto na coluna lombar quanto em membros inferiores. Situações como essa, se mostram muito frequentes, pois os procedimentos clássicos de fusão intervertebral possuem o potencial de reconfecção da estrutura da coluna vertebral, além de permitir descompressão da medula e melhora da função neurológica e do quadro álgico. No entanto, muitas vezes, não são suficientes para o controle ou melhora efetiva do quadro álgico e da qualidade de vida do paciente operado. Isso se desenvolve em decorrência de lesão neurológica grave prévia ou em decorrência do procedimento cirúrgico, onde se desencadeia um desequilíbrio neuronal grave, conhecido como dor crônica complexa e intratável ou síndrome regional complexa, deixando de ser uma doença estrutural da coluna e passando a ser uma doença neuronal grave, onde focos de neurônio desencadeiam impulsos elétricos de maneira descordenada, acarretando quadros de dores contínuas e severas tão extremos que podem muitas vezes levar o paciente a pensamentos ou tentativas suicidas tamanho o quadro álgico apresentado. Implante de chip na coluna por outra equipe médica Casos como esse mostram-se ainda mais dramáticos, pois mesmo medicações de altíssimo poder analgésico, como morfina, metadona ou oxicodona, não apresentam alívio significativo nesse tipo de dor neuropática, transformando a vida destas pessoas em situações inconsoláveis. De maneira ainda adequada, a equipe que realizou o primeiro procedimento tentou a realização do sistema de neuromodulação, onde um eletrodo é colocado em uma região específica da coluna toraco/lombar e um gerador é instalado em região glútea ou abdominal para controle dos sintomas e, muitas vezes, melhora da função neurológica e da força motora. Infelizmente, esse procedimento também não obteve sucesso, não sendo capaz de cobrir a área de dor apresentada pela paciente e, desta maneira, não foi possível realizar a terapia adequada nos pontos em que a paciente apresentava mais dor. Este caso, ainda traz algo “interessante”, mas também com seu grau de complicação e raridade, que acomete cerca de 1% dos pacientes submetidos a neuromodulação medular, onde o estímulo da neuromodulação (parestesia), que deveria desenvolver alívio dos sintomas álgicos, acaba desencadeando aumento do quadro de dor nos pacientes sujeitos a esse tipo de estímulo. Em outras palavras, nestes eletrodos e geradores de gerações anteriores, os impulsos elétricos desencadeavam formigamentos na área lesada, onde a sensação de dormência do membro alterado da coluna lombar é muito prazerosa para o paciente, pois deixam de sentir o estímulo de dor excruciante que é trocado por uma leve sensação de dormência na área acometida. No entanto, para essa paciente, além do eletrodo antigo não cobrir a área de dor total, o cérebro dela ainda possuía uma alteração rara que a fazia sentir a dormência como um estímulo doloroso convencional, o que potencializava a dor e inviabilizava a utilização da neuromodulação na paciente. Bomba de morfina para alívio das dores Para casos como esse, chega a ser cogitado instalação de bomba de morfina intratecal, medida extrema e geralmente indicada para pessoas em estado de câncer terminal, onde um cateter é colocado de maneira intradural (dentro da dura- máter), e uma bomba de alta tecnologia de infusão de fármaco libera gradativamente medicação direta no sistema nervoso central, permitindo alívio sintomático mesmo para casos dramáticos como este. O problema deste tipo de terapia é o fato de que, na maioria das vezes, a necessidade de doses cada vez mais altas de medicação em pacientes jovens e que utilizarão a bomba por longos períodos, sempre acaba desencadeando, a médio e longo prazo, efeitos colaterais gravíssimos e de difícil controle; muitas vezes a bomba de infusão de fármaco é o milagre nos momentos iniciais à terapia, mas posteriormente começa a ser um grande problema em termos de qualidadede vida para o paciente. Novo implante de neuromodulação Dentro de todo esse contexto de problemática e variáveis, optamos pela instalação de um novo eletrodo em região torácica mais alta, esse sim milimetricamente posicionado para a cobertura da área de dor, tanto lombar quanto em membros inferiores, com todo o procedimento auxiliado através de monitorização eletroneuromiográfica intraoperatória (equipe do Dr. Ricardo Ferreira ), que mapeia e mostra em tempo real o funcionamento medular e a resposta medular aos estímulos do eletrodo, permitindo complexo e extenso mapeamento da função medular e nos dando excelente visão de prognóstico do resultado que será colhido no pós- operatório imediato e tardio. Para a nossa grata surpresa, a paciente evoluiu extremamente bem durante o procedimento cirúrgico, com mapeamento medular não deixando dúvidas da efetividade do tratamento com eletrodo e gerador de última geração, já apresentando resolução total do quadro álgico no pós-operatório imediato com programações modernas que não causam a sensação de parestesia ou de alteração de
Mielopatia cervical com grave compressão medular
Compartilho hoje um caso extremamente grave e complexo de uma patologia conhecida como mielopatia cervical. Você me acompanha neste relato? Conheça esta patologia Neste caso, severos graus de compressão da medula são desencadeados, tanto pela presença de hérnia de disco (explosão do disco intervertebral), como outros fatores associados, entre eles: espaçamento de ligamento longitudinal posterior e ligamento amarelo, hipertrofia das articulações, diminuição do canal medular e da saída das raízes foraminais, desvio importante da coluna cervical com inversão da lordose cervical habitual, além de escoliose segmentar e severa instabilidade em múltiplos níveis. Este quadro é de extrema gravidade e acaba desencadeando, além de dor cervical com irradiação para membros superiores, quadro de lesão medular rapidamente progressiva, tanto pela lesão direta da medula pelos fatores compressivos acima descritos, como pela compressão da artéria espinhal anterior e das artérias espinhais posteriores, prejudicando a irrigação do tecido neurológico e o consequente "infarto medular", acarretando lesão neurológica grave e na maioria das vezes irreversível. Detalhes sobre este caso complexo Paciente deu entrada em nosso serviço com sintomas de cervicalgia (dor cervical) intratável e excruciante com irradiação intolerável para membros superiores, além de importantes alterações neurológicas, entre elas: perda de força em membro superior direito, perda de força e sensibilidade no membro superior esquerdo, com grave alteração da coordenação motora e da realização de movimentos finos em mãos, além de alteração de equilíbrio, marcha mielopática com dificuldade de deambulação, chegando muito próximo do quadro de tetraplegia. Procedimento cirúrgico Casos como esse sempre são dramáticos e envolvem procedimentos de altíssima complexidade e risco, sendo sempre necessária a tomada de medidas extremas como a vista nesse caso. Para a resolução das dores foi decidido por descompressão medular e artrodese dos segmentos de C3 a C7, com retirada do disco intervertebral de C3-C4 e estabilização desse segmento com pequeno CAGE lordótico em C3-C4, no entanto, com realização de medida salvadora de altíssima complexidade para ressecção de todo o corpo vertebral de C5 e C6 (retirada total do corpo vertebral para descompressão medular agressiva, permitindo desobstrução das artérias previamente comprimidas e retorno do fluxo sanguíneo normal). Este é um tipo de procedimento que é tecnicamente difícil de ser realizado em um nível, imagine ser realizado em dois níveis e ainda necessitando de prótese de substituição de corpo intervertebral de altíssima tecnologia e custo para substituir o corpo intervertebral previamente ressecado e, desta forma, melhorar o alinhamento cervical e permitir a melhor reconstrução possível dentro da gravidade da patologia apresentada. Saiba mais sobre a doença Montagens tão complexas, que envolvem ressecção do disco intervertebral com colocação de CAGE intersomático, ressecção de dois corpos intervertebrais por interposição do espaço com prótese para a substituição de corpo vertebral de altíssima tecnologia, além de fixação anterior com placa altamente resistente e com especificações técnicas que permitam a fixação adequada geralmente possuem o procedimento complementado por uma segunda cirurgia que pode ser realizada no mesmo tempo cirúrgico ou poucos dias depois, sendo esta segunda abordagem feita por via posterior para a colocação de parafusos de massa lateral (parafusos semelhantes ao utilizado na coluna lombar) e a estabilização desses parafusos com hastes e porcas, aumentando a rigidez da montagem e facilitando a consolidação do segmento operado. No entanto, no caso em questão, tendo em vista que a paciente apresentou estudo ósseo pré-operatório e qualidade óssea satisfatória, além de evoluir de maneira adequada durante o procedimento, foi decidido por nossa equipe, como fazemos sempre que possível, abordagem isolada por via anterior, onde além da paciente não necessitar de um segundo procedimento é não destruída e dissecada a musculatura paravertebral posterior. Quando consegue-se abordagem única e exclusiva por via anterior em coluna cervical (como em coluna lombar) a não lesão muscular diminui enormemente o tempo de recuperação, melhora os resultados clínicos, tanto a curto quanto a longo prazo, além de diminuir o risco dos pacientes desenvolverem desequilíbrio cervical por fraqueza muscular e dor crônica complexa e intratável. Desta forma, conseguir resolver esse caso apenas por via anterior se mostrou ainda mais gratificante do que a resolução por dupla do que de certa maneira seria o método tradicional para resolver um caso dessa complexidade. Agradecimentos Por todas as dificuldades técnicas acima citadas, agradeço a Deus e a toda minha equipe pela honra de poder ser um fator positivo na vida dos pacientes que me procuram, tendo plena consciência que Deus muitas vezes realiza obras muito maiores do que a minha capacidade médica e técnica puramente seriam capazes de realizar; salientando que nós, médicos, não passamos de instrumentos de forças superiores. Abraços, Compartilho hoje um caso extremamente grave e complexo de uma patologia conhecida como mielopatia cervical. Você me acompanha neste relato? Neste caso, severos graus de compressão da medula são desencadeados, tanto pela presença de hérnia de disco (explosão do disco intervertebral), como outros fatores associados, entre eles: espaçamento de ligamento longitudinal posterior e ligamento amarelo, hipertrofia das articulações, diminuição do canal medular e da saída das raízes foraminais, desvio importante da coluna cervical com inversão da lordose cervical habitual, além de escoliose segmentar e severa instabilidade em múltiplos níveis. Este quadro é de extrema gravidade e acaba desencadeando, além de dor cervical com irradiação para membros superiores, quadro de lesão medular rapidamente progressiva, tanto pela lesão direta da medula pelos fatores compressivos acima descritos, como pela compressão da artéria espinhal anterior e das artérias espinhais posteriores, prejudicando a irrigação do tecido neurológico e o consequente "infarto medular", acarretando lesão neurológica grave e na maioria das vezes irreversível. Detalhes sobre este caso complexo Paciente deu entrada em nosso serviço com sintomas de cervicalgia (dor cervical) intratável e excruciante com irradiação intolerável para membros superiores, além de importantes alterações neurológicas, entre elas: perda de força em membro superior direito, perda de força e sensibilidade no membro superior esquerdo, com grave alteração da coordenação motora e da realização de movimentos finos em mãos, além de alteração de equilíbrio, marcha mielopática com dificuldade de deambulação, chegando muito próximo do quadro de tetraplegia. Casos como esse sempre são dramáticos e envolvem