Conheça o caso Apresento o caso de uma paciente extremamente jovem, na casa dos 35 anos, e que apresentou discopatia (doença do disco) classificada como Pfirrmann IV (degeneração grave do disco com perda parcial da altura discal), em decorrência de hérnia de disco extrusa no segmento L5-S1. Neste caso, aconteceu a destruição do disco intervertebral com extravasamento do conteúdo interno do disco e compressão das estruturas radiculares posteriores ao disco intervertebral. Te convido a me acompanhar neste relato. Conheça alguns sintomas A lesão desencadeava casos de dor lombar excruciante com irradiação para o membro inferior direito, além de alteração da sensibilidade e da força motora no membro citado. Há quatro anos a paciente foi submetida a um procedimento minimamente invasivo conhecido como Microdiscectomia Lombar, onde o fragmento discal herniado é retirado com o auxílio de um microscópio cirúrgico, permitindo assim a descompressão da raiz nervosa e alívio sintomático, em especial da dor ciática e irradiação para membros inferiores. A paciente evoluiu bem no período de pós-operatório imediato e tardio, com resolução do quadro de dor ciática e alívio relevante do quadro de dor lombar por aproximadamente três anos e meio. Passado esse tempo, apresentou nova dor abrupta e aguda, retornando o quadro de dor lombar e dor ciática à direita devido à recidiva da hérnia de disco lombar no mesmo segmento, ou seja, a paciente apresentou novo extravasamento do conteúdo discal no local operado, desencadeando o ressurgimento de quadro álgico excruciante, novamente associado à perda de sensibilidade e de função motora. O novo procedimento cirúrgico Tendo em vista a prévia tentativa de tratamento cirúrgico minimamente invasivo para ressecção da hérnia de disco ter falhado após três anos e meio, foi decidido por abordagem cirúrgica por via anterior (transabdominal e pouco invasiva) para retirada de todo o conteúdo discal desse segmento e substituição do disco intervertebral lesado por prótese de disco de terceira geração, que se caracteriza por simular a anatomia normal de um disco, reequilibrando e reestruturando o segmento previamente acometido pela patologia. Artroplastia de terceira geração Dessa forma, o segmento previamente acometido por grave hérnia de disco e pela consequente reincidência foi reconstruído através da artroplastia de terceira geração, com devolução da altura discal normal, reconstrução da lordose segmentar anatômica, descompressão direta e indireta das estruturas comprimidas pelo fragmento herniado, além da manutenção de movimento normal no segmento operado, restabelecendo desta forma a anatomia normal do disco. O pós-operatório A paciente hoje, no dia que escrevo este texto, está com quatro dias de pós-operatório, já deambulando normalmente e sem queixas álgicas, tanto em coluna lombar quanto em membro inferior direito. Já recebeu alta hospitalar e está em ambiente domiciliar, devendo estar praticamente reabilitada com 60 dias de pós-operatório, e totalmente reabilitada entre 90 a no máximo 120 dias. Foi devolvida a qualidade de vida da paciente, além da retirada total dos sintomas, tanto álgicos, quanto neurológicos, que apresentava. Agradecimentos Agradeço primeiramente a Deus por ter me presenteado com o dom de ajudar a quem tanto necessita, e a toda minha equipe pelo apoio de sempre. Por fim, vale lembrar que você não deve se acostumar com a dor, busque conhecer as opções de tratamento moldadas ao seu caso. Abraços, Apresento o caso de uma paciente extremamente jovem, na casa dos 35 anos, e que apresentou discopatia (doença do disco) classificada como Pfirrmann IV (degeneração grave do disco com perda parcial da altura discal), em decorrência de hérnia de disco extrusa no segmento L5-S1. Neste caso, aconteceu a destruição do disco intervertebral com extravasamento do conteúdo interno do disco e compressão das estruturas radiculares posteriores ao disco intervertebral. Te convido a me acompanhar neste relato. A lesão desencadeava casos de dor lombar excruciante com irradiação para o membro inferior direito, além de alteração da sensibilidade e da força motora no membro citado. Há quatro anos a paciente foi submetida a um procedimento minimamente invasivo conhecido como Microdiscectomia Lombar, onde o fragmento discal herniado é retirado com o auxílio de um microscópio cirúrgico, permitindo assim a descompressão da raiz nervosa e alívio sintomático, em especial da dor ciática e irradiação para membros inferiores. A paciente evoluiu bem no período de pós-operatório imediato e tardio, com resolução do quadro de dor ciática e alívio relevante do quadro de dor lombar por aproximadamente três anos e meio. Passado esse tempo, apresentou nova dor abrupta e aguda, retornando o quadro de dor lombar e dor ciática à direita devido à recidiva da hérnia de disco lombar no mesmo segmento, ou seja, a paciente apresentou novo extravasamento do conteúdo discal no local operado, desencadeando o ressurgimento de quadro álgico excruciante, novamente associado à perda de sensibilidade e de função motora. O novo procedimento cirúrgico Tendo em vista a prévia tentativa de tratamento cirúrgico minimamente invasivo para ressecção da hérnia de disco ter falhado após três anos e meio, foi decidido por abordagem cirúrgica por via anterior (transabdominal e pouco invasiva) para retirada de todo o conteúdo discal desse segmento e substituição do disco intervertebral lesado por prótese de disco de terceira geração, que se caracteriza por simular a anatomia normal de um disco, reequilibrando e reestruturando o segmento previamente acometido pela patologia. Artroplastia de terceira geração Dessa forma, o segmento previamente acometido por grave hérnia de disco e pela consequente reincidência foi reconstruído através da artroplastia de terceira geração, com devolução da altura discal normal, reconstrução da lordose segmentar anatômica, descompressão direta e indireta das estruturas comprimidas pelo fragmento herniado, além da manutenção de movimento normal no segmento operado, restabelecendo desta forma a anatomia normal do disco. A paciente hoje, no dia que escrevo este texto, está com quatro dias de pós-operatório, já deambulando normalmente e sem queixas álgicas, tanto em coluna lombar quanto em membro inferior direito. Já recebeu alta hospitalar e está em ambiente domiciliar, devendo estar praticamente reabilitada com 60 dias de pós-operatório, e totalmente reabilitada entre 90 a no máximo 120 dias. Foi devolvida a qualidade de vida da paciente, além da retirada total dos sintomas, tanto álgicos, quanto neurológicos,
Reabordagem cirúrgica em coluna cervical
Caso clínico extremamente grave e interessante de descompensação de segmento adjacente à artrodese, tema frequentemente discutido em minhas publicações. Gostaria de me acompanhar neste relato? Entenda caso O efeito de descompensação de segmentos discais adjacentes à artrodese se devem ao fato que uma vez realizada a artrodese (fusão óssea) tanto ao nível cervical quanto ao nível lombar, ocorrerá sobrecarga biomecânica nos discos adjacentes (próximos) ao procedimento, ou seja, acontecerá sobrecarga e aumento da pressão no disco do segmento acima e abaixo ao fundido pelo procedimento cirúrgico. Mesmo com todos os avanços da medicina moderna, ainda restam confirmações se estas descompensações ocorrerem de maneira espontânea, ou se a artrodese é realmente a causadora da degeneração precoce destes segmentos; no entanto, as evidências indicam que a artrodese realmente tem o potencial de sobrecarregar e de desenvolver doença do disco adjacente sintomática em uma parcela dos pacientes submetidos a essa cirurgia. A cirurgia realizada por outra equipe No caso em questão, o paciente realizou artrodese prévia nos segmentos C5-C6 e C6-C7, por outra equipe há aproximadamente 5 anos, com melhora do quadro álgico e do quadro neurológico após o procedimento e se mantendo assintomático por cerca de 4 anos e meio. Por volta de 6 meses atrás o paciente passou a apresentar quadro de dor cervical de intensidade progressiva, inicialmente com leve desconforto e ao fim relatando queixas álgicas incômodas em região cervical, com irradiação para região do dorso e região escapular, além de forte irradiação para membro superior direito com parestesia (formigamento e perda da sensibilidade) em mão direita. Reavaliação médica Durante a avaliação do caso, observei uma grave discopatia (doença do disco intervertebral) dos segmentos C3-C4 e C4-C5 (segmentos adjacentes à artrodese) com grande perda de altura de disco, além de volumosas protusões nesses segmentos causando compressão, tanto medular quanto das raízes de C4 e C5 à direita, totalmente compatível com o quadro de dor cervical com irradiação para o membro superior direito e alteração de sensibilidade. O novo procedimento cirúrgico Observando a idade um pouco avançada, além do fato de grave degeneração desses segmentos que já apresentavam considerado grau de artrose facetária, foi decidido por uma reabordagem cirúrgica cervical para extensão da artrodese para os segmentos de C3-C4 e C4-C5, fechando desta forma a fusão dos segmentos cervicais, com excelente resultado tanto do ponto de vista da cervicalgia como da irradiação para membro superior direito e da parestesia. Com apenas 7 dias de pós-operatório o paciente já apresenta melhora sintomática total do seu quadro. Vale ressaltar que toda reoperação em coluna, em especial nas realizadas por via anterior, envolvem mais riscos do que a reabordagem por via posterior em decorrência da via de acesso; uma vez alterada a anatomia da via anterior, a reabordagem cirúrgica por esta via torna-se extremamente complexa e delicada devida a grande quantidade de fibrose que se forma nessa região e as alterações da anatomia normal. Em especial nos casos de reabordagem em coluna cervical, em minha opinião, faz-se necessário e mandatório a presença de um tipo especial de monitorização da medula conhecida como eletroneuromiografia intra-operatória, mais especificamente associada a monitorização do nervo laríngeo recorrente. O nervo pode ser lesado durante a via de acesso anterior, tanto por tração como por secção, no entanto a lesão de apenas um dos lados do nervo, esquerdo ou direito, geralmente não acarreta grandes complicações ao paciente e na prática clínica raramente acontece isso devido a expertise e habitualidade dos cirurgiões de coluna que abordam essa região. No entanto, durante as reoperações, é necessário que a monitorização eletroneuromiográfica intra-operatória com monitorização do nervo laríngeo recorrente dê, com certeza, o diagnóstico da presença ou não de lesão prévia dessa estrutura em um dos lados, ajudando o cirurgião na tomada de decisão do melhor lado a ser abordado para a segunda intervenção, ou seja, se essa nova intervenção será realizada pelo mesmo lado da primeira cirurgia (em caso de ter ocorrido lesão prévia do nervo), ou se poderá ser realizada pelo lado contralateral onde a anatomia se mantém mais próxima da normalidade (quando não ocorreu lesão desse nervo); caso ocorra lesão bilateral dessa estrutura, o paciente irá evoluir para perda da capacidade de fala e alterações graves de deglutição em decorrência de denervação do essofago. Considerações finais Apesar do resultado gratificante, trouxe este caso para lembrá-los que as cirurgias de artrodese (fusão) devem ser cuidadosamente planejadas e indicadas devido a possibilidade de sobrecarga de segmento adjacente, além de ressaltar a importância de equipe extremamente especializada e de instituições hospitalares muito equipadas para realização de reabordagem cirúrgica em pacientes portadores de patologia de coluna. Graças a Deus que o paciente apresenta evolução satisfatória e com melhora até maior do que o esperado para o tempo de lesão, certamente obtendo a cura sintomática e a cura da doença tanto a curto quanto no longo prazo, e trazendo extrema gratificação para mim e minha equipe. Abraços, Caso clínico extremamente grave e interessante de descompensação de segmento adjacente à artrodese, tema frequentemente discutido em minhas publicações. Gostaria de me acompanhar neste relato? O efeito de descompensação de segmentos discais adjacentes à artrodese se devem ao fato que uma vez realizada a artrodese (fusão óssea) tanto ao nível cervical quanto ao nível lombar, ocorrerá sobrecarga biomecânica nos discos adjacentes (próximos) ao procedimento, ou seja, acontecerá sobrecarga e aumento da pressão no disco do segmento acima e abaixo ao fundido pelo procedimento cirúrgico. Mesmo com todos os avanços da medicina moderna, ainda restam confirmações se estas descompensações ocorrerem de maneira espontânea, ou se a artrodese é realmente a causadora da degeneração precoce destes segmentos; no entanto, as evidências indicam que a artrodese realmente tem o potencial de sobrecarregar e de desenvolver doença do disco adjacente sintomática em uma parcela dos pacientes submetidos a essa cirurgia. A cirurgia realizada por outra equipe No caso em questão, o paciente realizou artrodese prévia nos segmentos C5-C6 e C6-C7, por outra equipe há aproximadamente 5 anos, com melhora do quadro álgico e do quadro neurológico após o procedimento e se mantendo
Artroplastia cervical 1° nível
Esse relato que apresento trata-se de um caso relativamente simples, mas com resultado extremamente satisfatório, já que atendia a todos os critérios para uma boa evolução no tratamento cirúrgico de patologia da coluna. Te convido a acompanhar este caso de sucesso. Saiba mais sobre a patologia O paciente apresentava um quadro de hérnia de disco extrusa no segmento de C5-C6, doença caracterizada pela explosão do disco intervertebral com o seu núcleo extravasando e causando compressão medular e da raiz nervosa de C6, desencadeando um quadro de cervicalgia crônica há mais de 10 anos e com piora progressiva da dor. O paciente passou durante todo esse período por inúmeras tentativas de tratamento conservador, como uso de medicação, injeções de corticoide, fisioterapia, RPG, acupuntura, além de várias formas e tentativas de fortalecimento muscular, sem melhora efetiva do quadro. Há três meses, teve uma piora abrupta do quadro, passando a apresentar dor cervical contínua com irradiação importante para membro superior direito, associado à parestesia e perda de sensibilidade em membro superior direito, além da sensação de diminuição de força muscular em antebraço e mão direita. Deu entrada em nosso serviço já com esse quadro neurológico grave de perda de força e demonstrando a necessidade de abordagem cirúrgica de urgência para resolução do seu quadro. A importância de manter a saúde em dia O fato de durante todo este período de apresentação da doença o paciente ter se mantido ativo e praticante de atividade física, além de manter a ansiedade e as complicações posturais da vida diária controladas, tanto com acompanhamento psicológico quanto com orientações fisiátricas de ergonomia e de postura, além de controle do peso corporal (relatou perda de 15 Kg nos últimos três anos), fez com que o paciente tivesse um excelente estado de saúde. Mesmo que no momento do encontro com a nossa equipe a doença era de alta gravidade, todos os pontos citados acima facilitam, não só a realização do procedimento, como garante melhores resultados a curto e longo prazo. Tal fato se trás porque o paciente apresentava excelente massa muscular, que é responsável pela sustentação da estrutura cervical, além de não apresentar qualquer comorbidade ou problemas clínicos que pudessem prejudicar a patologia em questão. Além disso, estar extremamente equilibrado do ponto de vista emocional, o que pode e é conhecido na literatura como um dos grandes causadores de falha do tratamento cirúrgico, estando totalmente preparado para a importante decisão de realização de procedimento cirúrgico em uma área tão delicada. Realização da cirurgia Neste caso foi decidido por abordagem cirúrgica por via anterior em coluna cervical, através de pequena incisão de mais ou menos 4 cm na prega da própria pele do pescoço, não deixando dessa forma cicatriz visível, com retirada de todo disco doente e do fragmento herniado, descomprimindo assim, a medula e a raiz acometida. E, finalmente, estabilizada a região com artroplastia cervical de terceira geração, reconstruindo o alinhamento lordótico normal da coluna cervical e mantendo a mobilidade do segmento operado, podendo-se dizer que foi reconstruída a "anatomia normal" da área previamente lesada por essa grave patologia. Considerações finais O paciente hoje está totalmente assintomático, praticando há 30 dias atividade física de alta demanda, já retornou às atividades profissionais e sem qualquer queixa álgica ou déficit neurológico residual, podendo ser considerado "curado" da patologia que apresentava antes. Agradeço a Deus e toda minha equipe pela honra de poder ser um fator positivo na vida dos pacientes que me procuram, salientando que nós, médicos, não passamos de instrumentos de forças superiores que realmente iluminam e curam os pacientes que assim o fizeram por merecer. Abraços, Esse relato que apresento trata-se de um caso relativamente simples, mas com resultado extremamente satisfatório, já que atendia a todos os critérios para uma boa evolução no tratamento cirúrgico de patologia da coluna. Te convido a acompanhar este caso de sucesso. Saiba mais sobre a patologia O paciente apresentava um quadro de hérnia de disco extrusa no segmento de C5-C6, doença caracterizada pela explosão do disco intervertebral com o seu núcleo extravasando e causando compressão medular e da raiz nervosa de C6, desencadeando um quadro de cervicalgia crônica há mais de 10 anos e com piora progressiva da dor. O paciente passou durante todo esse período por inúmeras tentativas de tratamento conservador, como uso de medicação, injeções de corticoide, fisioterapia, RPG, acupuntura, além de várias formas e tentativas de fortalecimento muscular, sem melhora efetiva do quadro. Há três meses, teve uma piora abrupta do quadro, passando a apresentar dor cervical contínua com irradiação importante para membro superior direito, associado à parestesia e perda de sensibilidade em membro superior direito, além da sensação de diminuição de força muscular em antebraço e mão direita. Deu entrada em nosso serviço já com esse quadro neurológico grave de perda de força e demonstrando a necessidade de abordagem cirúrgica de urgência para resolução do seu quadro. A importância de manter a saúde em dia O fato de durante todo este período de apresentação da doença o paciente ter se mantido ativo e praticante de atividade física, além de manter a ansiedade e as complicações posturais da vida diária controladas, tanto com acompanhamento psicológico quanto com orientações fisiátricas de ergonomia e de postura, além de controle do peso corporal (relatou perda de 15 Kg nos últimos três anos), fez com que o paciente tivesse um excelente estado de saúde. Mesmo que no momento do encontro com a nossa equipe a doença era de alta gravidade, todos os pontos citados acima facilitam, não só a realização do procedimento, como garante melhores resultados a curto e longo prazo. Tal fato se trás porque o paciente apresentava excelente massa muscular, que é responsável pela sustentação da estrutura cervical, além de não apresentar qualquer comorbidade ou problemas clínicos que pudessem prejudicar a patologia em questão. Além disso, estar extremamente equilibrado do ponto de vista emocional, o que pode e é conhecido na literatura como um dos grandes causadores de falha do tratamento cirúrgico, estando totalmente preparado para a importante decisão de realização de
Artroplastia de terceira geração em coluna lombar
Hoje apresento um caso extremamente interessante, mas absurdamente rotineiro em nossa prática clínica. Todos que me seguem há mais tempo sabem que essa técnica é uma das minhas preferidas e me traz um enorme prazer em realizar e acompanhar os resultados: artroplastia de terceira geração em coluna lombar. Entenda mais sobre o procedimento cirúrgico O procedimento consiste em uma abordagem por via anterior (via transabdominal), onde uma pequena incisão, que começa na lateral do umbigo e se estende até região púbica, com aproximadamente 5 a 6 cm é realizada, com posterior e delicado afastamento das estruturas abdominais. É realizado acesso anterior à coluna vertebral lombar com praticamente nenhuma agressão aos tecidos orgânicos, sendo lesada quase que exclusivamente a pele durante o ato da incisão. Após esse estágio inicial de abordagem cirúrgica, como no caso em questão, é ressecado todo o disco intervertebral, junto com possíveis hérnias ou protussões que estejam causando esmagamento de estruturas neurológicas, com posterior colocação de implante de terceira geração. O implante consiste em um verdadeiro disco artificial, composto de um ânulo fibroso e um núcleo pulposo, ou seja, imitando de maneira extremamente fidedigna a anatomia discal normal; além da alta capacidade de reconstrução da lordose segmentar lombar , pois tais implantes são bem maiores na região anterior do que posterior, acentuando assim a curvatura da coluna e trazendo essa curvatura da região lombar para os valores angulares normais; desta forma, tais sistemas de terceira geração que reconstroem a anatomia normal, permitem manutenção de movimento do segmento operado, trazem a lordose lombar para valores angulares e biomecânicos funcionais e normais, acarretando os melhores resultados clínicos tanto a curto quanto a longo prazo, visando desta forma a reabilitação funcional total dos pacientes submetidos a este tipo de técnica cirúrgica. Entenda mais sobre a artroplastia Mais importante do que a descrição pura e simples do procedimento, é ressaltar que tal técnica possui uma idade máxima para ser realizada, geralmente devendo ser executada até os 45 anos de idade. Em casos selecionados específicos, e após a análise óssea cuidadosa, o procedimento pode ser estendido até pacientes de 50 anos de idade; sendo possível, em casos raríssimos, a realização em pacientes de até 55 anos. Vale ressaltar que após os 45 anos e em especial acima de 50, é mandatório a realização de estudo ósseo detalhado, com densitometria óssea de alta qualidade e inúmeros exames de sangue e de urina, objetivando avaliação do metabolismo ósseo para dimensionamento da qualidade óssea do paciente que será submetido a esse tipo de procedimento; onde nos casos de ossos com resistência não passível de suportar tal tipo de tecnologia, ainda temos a possibilidade de tratamento hormonal com medicações de última geração como a teriparatida e outros "hormônios de crescimento", que estimulam o osteoblasto e/ou inibem o osteoclasto, associados a ingestão de altas doses de cálcio e de vitamina D, que permitem uma melhora significativa da qualidade da massa óssea após 90 a 120 dias de tratamento, muitas vezes sendo possível atingir o objetivo de se obter uma massa óssea satisfatória que permita a utilização desse tipo de dispositivo mesmo em pacientes com um pouco mais de idade. Atenção! Informação importante Mesmo sabendo da possibilidade de tratamento hormonal e medicamentoso que possibilite a realização de artroplastia acima dos 45 anos, é importante deixar claro que a indicação primordial é, sem dúvida, até esta idade preconizada, desta forma caso você seja um paciente portador de hérnia de disco ou de protrusão com um quadro que tenha uma sintomatologia importante, procure atendimento médico especializado com a maior brevidade possível, pois quanto mais jovem e quanto menos tempo de doença você apresentar, melhores são as chances de se obter resultados satisfatórios e a possibilidade de utilização de técnicas mais modernas. Agradecimentos finais Agradeço a Deus e toda equipe por todo o apoio nos muitos anos de estudo, desenvolvimento e aplicação de técnicas cirúrgicas que permitam a manutenção de movimento e a qualidade de vida dos pacientes por mim tratados. Abraços, Hoje apresento um caso extremamente interessante, mas absurdamente rotineiro em nossa prática clínica. Todos que me seguem há mais tempo sabem que essa técnica é uma das minhas preferidas e me traz um enorme prazer em realizar e acompanhar os resultados: artroplastia de terceira geração em coluna lombar. Entenda mais sobre o procedimento cirúrgico O procedimento consiste em uma abordagem por via anterior (via transabdominal), onde uma pequena incisão, que começa na lateral do umbigo e se estende até região púbica, com aproximadamente 5 a 6 cm é realizada, com posterior e delicado afastamento das estruturas abdominais. É realizado acesso anterior à coluna vertebral lombar com praticamente nenhuma agressão aos tecidos orgânicos, sendo lesada quase que exclusivamente a pele durante o ato da incisão. Após esse estágio inicial de abordagem cirúrgica, como no caso em questão, é ressecado todo o disco intervertebral, junto com possíveis hérnias ou protussões que estejam causando esmagamento de estruturas neurológicas, com posterior colocação de implante de terceira geração. O implante consiste em um verdadeiro disco artificial, composto de um ânulo fibroso e um núcleo pulposo, ou seja, imitando de maneira extremamente fidedigna a anatomia discal normal; além da alta capacidade de reconstrução da lordose segmentar lombar , pois tais implantes são bem maiores na região anterior do que posterior, acentuando assim a curvatura da coluna e trazendo essa curvatura da região lombar para os valores angulares normais; desta forma, tais sistemas de terceira geração que reconstroem a anatomia normal, permitem manutenção de movimento do segmento operado, trazem a lordose lombar para valores angulares e biomecânicos funcionais e normais, acarretando os melhores resultados clínicos tanto a curto quanto a longo prazo, visando desta forma a reabilitação funcional total dos pacientes submetidos a este tipo de técnica cirúrgica. O implante consiste em um verdadeiro disco artificial, composto de um ânulo fibroso e um núcleo pulposo, ou seja, imitando de maneira extremamente fidedigna a anatomia discal normal; além da alta capacidade de reconstrução da lordose segmentar lombar pois tais implantes são bem maiores na região anterior
Tratamento cirúrgico com correção anatômica de espondilolistese grau II
No caso clínico de hoje apresento um caso extremamente grave e complexo, de espondilolistese grau II (doença caracterizada pelo escorregamento de uma vértebra sobre a outra), devido à espondilólise bilateral de L5 (lesão caracterizada por fratura ou malformação congênita da pars interarticularis), acarretando desalinhamento lento e progressivo de uma vértebra sobre a outra, sendo no caso em questão desalinhamento da vértebra de L5 sobre a vértebra sacral de S1. Me acompanha neste relato? Entenda mais Devido às alterações biomecânicas próprias dessa patologia, conforme ocorre o escorregamento e desalinhamento vertebral, além da insuportável dor lombar consequente desta instabilidade ocorre desequilíbrio importante de todo o balanço sagital, onde os pontos centrais de apoio do peso corporal se desalinham, sobrecarregando diversas estruturas e aumentando ainda mais os fatores potencialmente causadores da patologia insuportável. Outro fator importante e característico desta patologia, dá-se ao fato de ao longo dos anos, a instabilidade presente no segmento vai causando inúmeros fatores de sobrecarga de estruturas importantes, o que acaba desencadeando espessamento de ligamentos como o ligamento amarelo, hipertrofia e crescimento das articulações interapofisárias, aparecimento de tecido fibrótico e cicatricial em sítios onde não deveriam acontecer, desencadeando o que conhecemos como Estenose de Canal (somatória de fatores e patologias que acaba estreitando o canal intervertebral e comprimindo tanto medula quanto estruturas neurológicas). Outro fator característico desta patologia é que o escorregamento tende a tracionar as raízes nervosas e estruturas neurológicas conforme o escorregamento vai se desenvolvendo, tendendo a desencadear dores, além de lombares, ciáticas, progressivas, de leve intensidade até quadros neurológicos excruciantes, com sério risco de degeneração real da função motora e sensitiva, podendo inclusive evoluir para perda funcional e de motricidade irreversíveis a depender da gravidade do escorregamento e do tempo de acometimento da lesão. Veja mais detalhes nas imagens Conforme imagens acima mostradas, no raio-x em frente e perfil vemos a ausência de escoliose (desvio lateral da coluna), mas escorregamento importante acometendo cerca de 50% do corpo vertebral de L5 sobre a raiz de S1, além de fratura do “gancho” de fixação da vertebra de L5 em S1, sendo essa a responsável pela instabilidade do segmento e consequente escorregamento de uma vértebra sobre a outra. Já nas imagens de tomografia, melhor exame para visualização do osso ou das estruturas ósseas em si, vemos nitidamente nas duas imagens a fratura da pars interarticularis com a descontinuidade de uma estrutura sobre a outra, desencadeando o escorregamento conhecido como espondilolistese. Finalmente, nas imagens de ressonância magnética, observamos um grave escorregamento da vértebra de L5 sobre a vértebra de S1, com destruição completa do disco invertebral desse segmento e o visível “encavalamento” da vertebra de L5 sobre o platô de S1, mostrando de maneira evidente o tracionamento das estruturas neurológicas com compressão da raiz de L5 na altura do forame de L5, S1. Entenda as dores do paciente Todas essas alterações anatômicas desencadeavam no paciente jovem em questão com quadro de dor lombar com irradiação excruciante para membros inferiores sem preferência de lado, com queixas importantes de dor ainda mais centralizada na região de perna e pés bilaterais, com parestesia (formigamento/alteração de sensibilidade) persistente há mais de 15 dias e evidente perda de força muscular em pés direito e esquerdo sendo mais severa à direita. Tal quadro clínico, por si só, já demonstra urgência médica pelo risco de lesão neurológica irreversível, com indicação de abordagem cirúrgica de urgência para descompressão de estruturas neurológicas e fixação da coluna, evitando assim a progressão do escorregamento. Em estudos de revisão de literatura mundial, tem-se como consenso estabilizar listeses de grau II na posição em que a mesma se encontra, com o objetivo de evitar a piora da progressão, mas sem indicação de redução (correção da deformidade) da espondilolistese. O fato da literatura mundial indicar a fixação da deformidade no ponto onde ela se encontra sem a devida correção da mesma, se deve ao fato de altíssimo risco de lesão neurológica com amputação das raízes durante as manobras de redução da deformidade, em especial quando tal procedimento ocorre em mãos não experientes na prévia descompressão que permita adequada a correção da mesma. O processo cirúrgico No caso em questão, sempre visando a excelência e sempre atingindo resultados superiores ao esperado tamanha a capacitação técnica dos profissionais envolvidos, optado por abordagem inicialmente transabdominal por via anterior, para a colocação de CAGE (prótese) do tipo ALIF no espaço de L5, S1, desta maneira abrindo o espaço L5, S1 e desencadeando descompressão indireta da raiz de L5 com fixação desta prótese apenas no platô de S-1, deixando o platô de L5 livre para que permita a adequada correção da deformidade. Então foi realizado via posterior no mesmo tempo cirúrgico, com fixação de parafusos pediculares em L5, S1 e colocação de barra de cromo cobalto (material mais resistente que o titânio que permite maiores graus de redução e de resistência da montagem) com esta barra sendo fixada de maneira definitiva no segmento de S1, então sendo tracionado o corpo de L5 para sua posição normal, e sendo realizado travagem definitiva da montagem, com correção completa da deformidade e reconstrução anatômica do segmento previamente lesado, trazendo um resultado biomecânico extremamente satisfatório, além de resolução completa do quadro de dor lombar e ciática que o paciente apresentava antes. Em tais procedimentos, é fundamental a utilização de enxerto ósseo autólogo, ou seja, enxerto ósseo retirado do próprio paciente, permitindo assim consolidação óssea rígida e adequada, que irá permitir com que essas vértebras fiquem fundidas na posição correta de forma definitiva, além de protegerem os implantes colocados anteriormente de possível sobrecarga biomecânica pela ausência de consolidação. Considerações finais Casos brilhantes e com resultados tão satisfatórios enchem não só a mim como toda a minha equipe de alegria, por poder participar de maneira expressiva na recuperação de paciente portador de patologia tão grave, que agora se encontra totalmente livre de dor e com quadro neurológico resolvido de maneira definitiva, devendo ter uma melhora absurda da qualidade de vida, tanto a curto quanto a longo prazo. Podemos ver o resultado final em perfil
Implante de eletrodo torácico e gerador lombar de última geração para neuromodulação
Frequentemente ressalto os inúmeros avanços tecnológicos em cirurgia de coluna e em tratamento de dor crônica complexa, em especial, nos casos relacionados ao implante de eletrodo torácico ou cervical com gerador lombar para neuromodulação. Confira a seguir mais um case de sucesso. Conheça mais sobre a neuromodulação (chip de coluna) Um sistema capaz de promover reprogramação medular com impactos inclusive na região encefálica, para tratamento em especial de dor crônica complexa em inúmeras regiões do organismo, além de apresentar outros efeitos impressionantes como: melhora da sensibilidade e da função em pacientes com Trauma raquimedular parcial e com lesão incompleta leve, além de severa melhora de quadros depressivos graves em pacientes selecionados, na esmagadora maioria dos casos resolvendo dores crônicas previamente sem tratamentos de cirurgias de coluna cervical e lombar que não atingiram os resultados esperados, bem como tratamento eficaz de Síndrome Simpático Reflexa, Síndrome Regional Complexa, dor pélvica crônica e intratável por medidas habituais, Bexiga Neurogênica não responsiva a outros tipos de tratamento, Angina Cardíaca Refratária a tratamentos convencionais, dor articular crônica pós artrite reumatóide de difícil controle, entre outras indicações não tão clássicas e convencionais. Confira as imagens do caso As imagens abaixo se referem apenas a imagem de tomografia de altíssima geração com reconstrução tridimensional para dar uma ideia da precisão na colocação do eletrodo torácico e do posicionamento do gerador lombar, além de evidenciar que todo o sistema fica abaixo da pele, não ficando nenhum fio ou dispositivo exposto no organismo humano. Importante ressaltar que este tipo de terapia consiste em terapia de exceção, estando indicada apenas em casos extremamente selecionados, mas sendo muitas vezes a última esperança na vida de pacientes em situações extremamente graves e limitadas. Agradeço primeiramente a Deus e, em seguida, a minha equipe que sempre me auxilia nestes procedimentos tão complexos e, sobretudo, ao paciente, por confiar em meu trabalho e por não desistir de obter o tratamento que merece. Abraço, Frequentemente ressalto os inúmeros avanços tecnológicos em cirurgia de coluna e em tratamento de dor crônica complexa, em especial, nos casos relacionados ao implante de eletrodo torácico ou cervical com gerador lombar para neuromodulação. Confira a seguir mais um case de sucesso. Conheça mais sobre a neuromodulação (chip de coluna) Um sistema capaz de promover reprogramação medular com impactos inclusive na região encefálica, para tratamento em especial de dor crônica complexa em inúmeras regiões do organismo, além de apresentar outros efeitos impressionantes como: melhora da sensibilidade e da função em pacientes com Trauma raquimedular parcial e com lesão incompleta leve, além de severa melhora de quadros depressivos graves em pacientes selecionados, na esmagadora maioria dos casos resolvendo dores crônicas previamente sem tratamentos de cirurgias de coluna cervical e lombar que não atingiram os resultados esperados, bem como tratamento eficaz de Síndrome Simpático Reflexa, Síndrome Regional Complexa, dor pélvica crônica e intratável por medidas habituais, Bexiga Neurogênica não responsiva a outros tipos de tratamento, Angina Cardíaca Refratária a tratamentos convencionais, dor articular crônica pós artrite reumatóide de difícil controle, entre outras indicações não tão clássicas e convencionais. Confira as imagens do caso As imagens abaixo se referem apenas a imagem de tomografia de altíssima geração com reconstrução tridimensional para dar uma ideia da precisão na colocação do eletrodo torácico e do posicionamento do gerador lombar, além de evidenciar que todo o sistema fica abaixo da pele, não ficando nenhum fio ou dispositivo exposto no organismo humano. Importante ressaltar que este tipo de terapia consiste em terapia de exceção, estando indicada apenas em casos extremamente selecionados, mas sendo muitas vezes a última esperança na vida de pacientes em situações extremamente graves e limitadas. Agradeço primeiramente a Deus e, em seguida, a minha equipe que sempre me auxilia nestes procedimentos tão complexos e, sobretudo, ao paciente, por confiar em meu trabalho e por não desistir de obter o tratamento que merece.
Estabilização híbrida cervical
Caso extremamente comum e frequente, de doença discal cervical grave em três níveis, que acarreta descompensação do equilíbrio cervical com sobrecarga das articulações posteriores e da musculatura paravertebral. Me acompanha nesta leitura? Este quadro apresenta dor cervical (torcicolo) crônica diária de forte intensidade; associado à extrusão discal, onde o conteúdo do disco intervertebral extravasa e comprime estruturas medulares e radiculares, causando sintomas neurológicos graves, além de irradiação para membros superiores, perda de força em mão direita, alteração de equilíbrio e de sensibilidade em mãos e pés; caracterizando caso delicado e dramático, apesar de fazer parte da rotina diária de atendimento. Entenda mais sobre artroplastia Como bem sabido, sempre que possível, tenho preferência por artroplastia (prótese de disco) para tratamento de doenças, tanto cervical, quanto lombar. Tal fato se dá, pois as artroplastias permitem a manutenção da mobilidade do segmento operado, reconfeccionando a lordose, ou seja, o alinhamento cervical normal e protegendo os segmentos adjacentes à cirurgia de degeneração precoce. No entanto, em casos de doenças mais extensas como do caso em questão, onde existe a necessidade de abordagem cervical em três níveis, abrimos mão do que chamamos de estabilização cervical híbrida, onde mesclamos técnicas de artrose com artroplastia. O processo cirúrgico Neste caso em específico, foi realizado artrodese (fusão óssea) dos segmentos C6-C7, através da utilização de CAGE (gaiola) intersomático associado à placa modular de última geração; sendo realizado artroplastia (prótese de disco capaz de manter mobilidade e refazer anatomia segmentar normal) nos segmentos adjacentes C4-C5, C5-C6. Desta forma, o paciente não apresenta a perda de mobilidade da coluna cervical, recuperando a funcionalidade total, tanto de movimentação da cabeça e do pescoço como de recuperação dos sintomas neurológicos previamente apresentados, além da reestruturação da lordose cervical normal do indivíduo com correção do balanço sagital e, desta maneira, prevenindo degeneração precoce dos segmentos acima dos operados que até o presente momento se apresentavam sadios. Apesar de casos como este fazerem parte do nosso dia a dia, são extremamente gratificantes pela complexidade técnica e intelectual envolvida, além da altíssima tecnologia, hospitalar, humana e de implantes utilizados, para que se consiga o objetivo de tal magnitude. Veja mais detalhes nas imagens Nas imagens seguintes, vemos a evolução dos exames de imagem, com tomografias em reconstrução 3D, mostrando no 1º corte o destacamento dos implantes e a integridade e posicionamento dos mesmo e no segundo vídeo uma visão anatômica extremamente real das estruturas ósseas e discais da coluna vertebral, bem como alinhamento dos corpos vertebrais e o posicionamento das facetas articulares. Vale ressaltar que existe uma grande diferença entre a medicina básica e a medicina de extrema qualidade, que apenas podem ser desenvolvidas em poucas instituições ao redor do mundo. Desta forma, eu como minha equipe nos orgulhamos de todo esforço e dedicação diária para atingir a excelência e a individualização do tratamento dos meus pacientes. Abraços, Caso extremamente comum e frequente, de doença discal cervical grave em três níveis, que acarreta descompensação do equilíbrio cervical com sobrecarga das articulações posteriores e da musculatura paravertebral. Me acompanha nesta leitura? Este quadro apresenta dor cervical (torcicolo) crônica diária de forte intensidade; associado à extrusão discal, onde o conteúdo do disco intervertebral extravasa e comprime estruturas medulares e radiculares, causando sintomas neurológicos graves, além de irradiação para membros superiores, perda de força em mão direita, alteração de equilíbrio e de sensibilidade em mãos e pés; caracterizando caso delicado e dramático, apesar de fazer parte da rotina diária de atendimento. Entenda mais sobre artroplastia Como bem sabido, sempre que possível, tenho preferência por artroplastia (prótese de disco) para tratamento de doenças, tanto cervical, quanto lombar. Tal fato se dá, pois as artroplastias permitem a manutenção da mobilidade do segmento operado, reconfeccionando a lordose, ou seja, o alinhamento cervical normal e protegendo os segmentos adjacentes à cirurgia de degeneração precoce. No entanto, em casos de doenças mais extensas como do caso em questão, onde existe a necessidade de abordagem cervical em três níveis, abrimos mão do que chamamos de estabilização cervical híbrida, onde mesclamos técnicas de artrose com artroplastia. Neste caso em específico, foi realizado artrodese (fusão óssea) dos segmentos C6-C7, através da utilização de CAGE (gaiola) intersomático associado à placa modular de última geração; sendo realizado artroplastia (prótese de disco capaz de manter mobilidade e refazer anatomia segmentar normal) nos segmentos adjacentes C4-C5, C5-C6. Desta forma, o paciente não apresenta a perda de mobilidade da coluna cervical, recuperando a funcionalidade total, tanto de movimentação da cabeça e do pescoço como de recuperação dos sintomas neurológicos previamente apresentados, além da reestruturação da lordose cervical normal do indivíduo com correção do balanço sagital e, desta maneira, prevenindo degeneração precoce dos segmentos acima dos operados que até o presente momento se apresentavam sadios. Apesar de casos como este fazerem parte do nosso dia a dia, são extremamente gratificantes pela complexidade técnica e intelectual envolvida, além da altíssima tecnologia, hospitalar, humana e de implantes utilizados, para que se consiga o objetivo de tal magnitude. Veja mais detalhes nas imagens Nas imagens seguintes, vemos a evolução dos exames de imagem, com tomografias em reconstrução 3D, mostrando no 1º corte o destacamento dos implantes e a integridade e posicionamento dos mesmo e no segundo vídeo uma visão anatômica extremamente real das estruturas ósseas e discais da coluna vertebral, bem como alinhamento dos corpos vertebrais e o posicionamento das facetas articulares. Vale ressaltar que existe uma grande diferença entre a medicina básica e a medicina de extrema qualidade, que apenas podem ser desenvolvidas em poucas instituições ao redor do mundo. Desta forma, eu como minha equipe nos orgulhamos de todo esforço e dedicação diária para atingir a excelência e a individualização do tratamento dos meus pacientes.
Artrodese lombar primária por via anterior
Caso extremamente grave, de discopatia Pfirrmann V nos segmentos de L3-L4, L4-L5, L5-S1, o que significa degeneração total destes discos intervertebrais que perderam totalmente a sua capacidade funcional de estabilização da coluna e de manutenção do segmento intervertebral. Me acompanha nesta leitura? Entenda o caso Na imagem, podemos ver no círculo vermelho uma mancha que significa edema ósseo por um platô vertebral em atrito com platô vertebral adjacente, e no círculo azul podemos ver um desalinhamento de uma vértebra sobre a outra conhecida como retrolistese. Já nas imagens subsequentes, observamos a região do forame intervertebral, ou seja, o espaço por onde a raiz nervosa deixa a coluna em sentido à periferia, onde visualizamos severa compressão da saída radicular, tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, acarretando quadro de dor extrema ao paciente e necessitando do que chamamos de descompressão indireta, ou seja, onde é fundamental o ganho de altura discal e a reconstrução da altura previamente pertencente ao disco para que ocorra descompressão das raízes no espaço intraforaminal. Paciente apresentando há longos períodos quadro de lombociatalgia bilateral excruciante, caracterizada por dor lombar crônica de severa intensidade com irradiação para ambos os membros inferiores causando claudicação, ou seja, fazendo com que o paciente apresentasse marcha alterada e mancasse devido à dor, além de episódios transitórios, mas de longa duração, de perda de sensibilidade e episódios fugazes de perda de força muscular com múltiplas quedas em momentos inesperados desenvolvendo insegurança e grave incapacidade funcional. O procedimento cirúrgico Todos sabem que aqui na minha página, sempre que possível tento evitar procedimentos de artrodese, pois os mesmos acarretam perda de movimento do segmento operado e sobrecarga do segmento adjacente à cirurgia, no entanto em pacientes mais velhos e com doença discal muito evoluída, esse tipo de procedimento se mostra a forma mais eficaz de resolução da patologia. Desta forma, foi optado por descompressão medular e radicular total, além de artrodese por via anterior transabdominal nos segmentos L3-L4, L4-L5, L5-S1. A abordagem à coluna ocorre apenas por via anterior, não lesando as estruturas paravertebrais posteriores nem o complexo ligamentar ou as articulações, trazendo melhor resultado clínico tanto a curto quanto a longo prazo. Nas imagens seguintes vemos a colocação de cages ALIF (Anterior Lumbar Interbody Fusion) para reconstrução do espaço discal, além de ser implantes lordódicos onde a porção anterior do implante é maior que a porção posterior reconstruindo a lordose segmentar normal. Confira as imagens riscadas Nas imagens pós-operatório riscadas vemos o alinhamento perfeito da coluna no plano coronal, com resolução da escoliose degenerativa lombar que apresentava no pré-operatório, com imagens em perfil mostrando a correção e a curvatura lordótica normal no pós-operatório, garantindo melhora clínica importante a curto e, em especial a longo prazo. Pós-operatório Paciente deambulando já no primeiro dia de pós-operatório, apresentando melhora quase total da perda de sensibilidade em pés direito e esquerdo e recuperação total da força motora, devendo estar apto para retorno em atividade física de leve intensidade em 90 dias, retorno à atividades profissionais normais em 60 dias, podendo retornar ao home-office a partir de 21 a 30 dias de pós-operatório. Reflexões finais Mesmo a artrodese não sendo um método de escolha ideal para a maioria dos meus pacientes, trata-se de procedimento extremamente importante e com indicação precisa em determinadas patologias, devendo ser realizado por via anterior sempre que possível, tendo neste caso sido utilizado Parafuso de Marcondes para aumentar a rigidez da montagem estrutural e dessa forma evitar a necessidade de suplementação da cirurgia por via posterior. Casos como este me deixam extremamente feliz, não só pelo brilhante trabalho técnico, mas pela impressionante capacidade de recuperação do paciente que em tão pouco tempo já apresenta melhora considerável e a certeza de uma brilhante evolução. Estou à disposição para avaliar seu caso se achar conveniente. Na verdade, será uma honra poder ajudar! Abraços, Caso extremamente grave, de discopatia Pfirrmann V nos segmentos de L3-L4, L4-L5, L5-S1, o que significa degeneração total destes discos intervertebrais que perderam totalmente a sua capacidade funcional de estabilização da coluna e de manutenção do segmento intervertebral. Me acompanha nesta leitura? Caso extremamente grave, de discopatia nos segmentos de L3-L4, L4-L5, L5-S1, o que significa degeneração total destes discos intervertebrais que perderam totalmente a sua capacidade funcional de estabilização da coluna e de manutenção do segmento intervertebral. Me acompanha nesta leitura? Na imagem, podemos ver no círculo vermelho uma mancha que significa edema ósseo por um platô vertebral em atrito com platô vertebral adjacente, e no círculo azul podemos ver um desalinhamento de uma vértebra sobre a outra conhecida como retrolistese. Já nas imagens subsequentes, observamos a região do forame intervertebral, ou seja, o espaço por onde a raiz nervosa deixa a coluna em sentido à periferia, onde visualizamos severa compressão da saída radicular, tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, acarretando quadro de dor extrema ao paciente e necessitando do que chamamos de descompressão indireta, ou seja, onde é fundamental o ganho de altura discal e a reconstrução da altura previamente pertencente ao disco para que ocorra descompressão das raízes no espaço intraforaminal. Paciente apresentando há longos períodos quadro de lombociatalgia bilateral excruciante, caracterizada por dor lombar crônica de severa intensidade com irradiação para ambos os membros inferiores causando claudicação, ou seja, fazendo com que o paciente apresentasse marcha alterada e mancasse devido à dor, além de episódios transitórios, mas de longa duração, de perda de sensibilidade e episódios fugazes de perda de força muscular com múltiplas quedas em momentos inesperados desenvolvendo insegurança e grave incapacidade funcional. Todos sabem que aqui na minha página, sempre que possível tento evitar procedimentos de artrodese, pois os mesmos acarretam perda de movimento do segmento operado e sobrecarga do segmento adjacente à cirurgia, no entanto em pacientes mais velhos e com doença discal muito evoluída, esse tipo de procedimento se mostra a forma mais eficaz de resolução da patologia. Desta forma, foi optado por descompressão medular e radicular total, além de artrodese por via anterior transabdominal nos segmentos L3-L4, L4-L5, L5-S1. A abordagem
Mielopatia cervical
Caso muito complexo e delicado, que felizmente vem apresentando resultado belíssimo e satisfatório durante o término do processo de recuperação Entenda o caso Paciente apresentava quadro de hérnia de disco extrusa no segmento C4-C5 e C5-C6, em coluna cervical, que ao contrário da coluna lombar não temos respectivamente as presenças de raízes nervosas, mas a presença da medula propriamente dita, o que invariavelmente aumenta o risco de complicações cirúrgicas e traz gravidade extrema a patologia de base, apresentando severa compressão na medula espinhal nesses segmentos, com quadro de dor cervical crônica e irradiação para membros superiores direito e esquerdo associado à perda de sensibilidade em membro inferior esquerdo e alteração de marcha com importante alteração de equilíbrio; sendo essa descrição quadro conhecido como mielopatia cervical. Este quadro se desenvolve devido à compressão da artéria espinhal anterior, neste caso por um fragmento de hérnia de disco extrusa, acarretando diminuição do fluxo de oxigênio para a medula com consequente isquemia e infarto medular. Esta patologia, além de extremamente grave e complexa, pode desencadear perda funcional total abaixo da lesão, ou seja, caso paciente não seja operado dentro da brevidade necessária pode desenvolver tetraplegia completa e irreversível. Realização da cirurgia Tendo em vista se tratar de um jovem paciente, mesmo na presença de doença de grau tão avançado, foi possível a realização de abordagem por via anterior na coluna cervical, com retirada total dos discos lesados de C4-C5 e C5-C6 e substituição dos mesmos por prótese de discos de terceira geração. Esta prótese em coluna cervical é considerada hoje como padrão-ouro de tratamento para esse tipo de patologia, pela capacidade irrevogável de manutenção da altura discal, reestruturação da lordose segmentar, manutenção de movimento e reconstrução da anatomia normal do segmento operado. Desta forma, conseguimos refazer de maneira completa a anatomia do segmento trazendo a "cura" do paciente e do segmento operado. Reflexões finais Paciente já no pós-operatório imediato apresentando recuperação parcial da função neurológica lesada, devendo restabelecer funcionalidade normal e completa em pós-operatório tardio, se recuperando da lesão e não apresentando sequelas nem a curto nem a longo prazo. É importante ressaltar que a artroplastia de terceira geração traz os melhores resultados clínicos e biomecânicos, tanto a curto quanto a longo prazo, sendo o padrão ouro de escolha para tratamento das doenças discais em coluna cervical. Agradeço a Deus pela perícia na realização do procedimento e a toda minha equipe, tanto médica quanto de reabilitação que fazem um trabalho fantástico em um preparo pré operatório e na recuperação pós operatória neste tipo de paciente. Abraços, Caso muito complexo e delicado, que felizmente vem apresentando resultado belíssimo e satisfatório durante o término do processo de recuperação Paciente apresentava quadro de hérnia de disco extrusa no segmento C4-C5 e C5-C6, em coluna cervical, que ao contrário da coluna lombar não temos respectivamente as presenças de raízes nervosas, mas a presença da medula propriamente dita, o que invariavelmente aumenta o risco de complicações cirúrgicas e traz gravidade extrema a patologia de base, apresentando severa compressão na medula espinhal nesses segmentos, com quadro de dor cervical crônica e irradiação para membros superiores direito e esquerdo associado à perda de sensibilidade em membro inferior esquerdo e alteração de marcha com importante alteração de equilíbrio; sendo essa descrição quadro conhecido como mielopatia cervical. Este quadro se desenvolve devido à compressão da artéria espinhal anterior, neste caso por um fragmento de hérnia de disco extrusa, acarretando diminuição do fluxo de oxigênio para a medula com consequente isquemia e infarto medular. Esta patologia, além de extremamente grave e complexa, pode desencadear perda funcional total abaixo da lesão, ou seja, caso paciente não seja operado dentro da brevidade necessária pode desenvolver tetraplegia completa e irreversível. Tendo em vista se tratar de um jovem paciente, mesmo na presença de doença de grau tão avançado, foi possível a realização de abordagem por via anterior na coluna cervical, com retirada total dos discos lesados de C4-C5 e C5-C6 e substituição dos mesmos por prótese de discos de terceira geração. Esta prótese em coluna cervical é considerada hoje como padrão-ouro de tratamento para esse tipo de patologia, pela capacidade irrevogável de manutenção da altura discal, reestruturação da lordose segmentar, manutenção de movimento e reconstrução da anatomia normal do segmento operado. Desta forma, conseguimos refazer de maneira completa a anatomia do segmento trazendo a "cura" do paciente e do segmento operado. Paciente já no pós-operatório imediato apresentando recuperação parcial da função neurológica lesada, devendo restabelecer funcionalidade normal e completa em pós-operatório tardio, se recuperando da lesão e não apresentando sequelas nem a curto nem a longo prazo. É importante ressaltar que a artroplastia de terceira geração traz os melhores resultados clínicos e biomecânicos, tanto a curto quanto a longo prazo, sendo o padrão ouro de escolha para tratamento das doenças discais em coluna cervical. Agradeço a Deus pela perícia na realização do procedimento e a toda minha equipe, tanto médica quanto de reabilitação que fazem um trabalho fantástico em um preparo pré operatório e na recuperação pós operatória neste tipo de paciente.
Artroplastia lombar
Compartilho hoje mais um caso extremamente complexo, apesar de ser muito comum na rotina de minha equipe. Te convido a me acompanhar neste caso de sucesso. Um paciente jovem de 33 anos apresentava quadro de hérnia de disco extrusa nos segmentos de L4-L5 e L5-S1, onde a explosão do disco intervertebral e extravasamento do conteúdo interno intradiscal acarretava grave compressão de estruturas neurológicas que passavam por essa região. Entenda o caso Dentro desse contexto, o paciente apresentava quadro de dor lombar excruciante há mais de 3 anos, com severa irradiação para membro inferior esquerdo associado à alteração de sensibilidade e diminuição de força muscular em perna e pé esquerdo; configurando um quadro extremamente grave e delicado, trazendo enorme incapacidade funcional e laboral para o paciente. Tendo em vista a idade do paciente e a necessidade de reconstrução anatômica do segmento operado para possibilitar retorno precoce à atividades habituais, optamos por abordagem em coluna lombar por via anterior com retirada total dos discos lesados de L4-L5 e L5-S1, além de substituição dos mesmos por artroplastia lombar de terceira geração. A cirurgia de artroplastia lombar O procedimento, como é especificado inúmeras vezes por aqui, consiste na substituição do disco normal por um artificial com as mesmas funções e a mesma anatomia do disco original, permitindo manutenção da mobilidade normal do segmento operado, bem como manutenção da altura discal, descompressão intraforaminal e reestruturação da lordose segmentar (reestruturação da curvatura normal da coluna lombar). Considerações finais pós cirurgia Paciente já com 30 dias de pós-operatório, já iniciando atividade física leve em piscina e apto para retorno total das atividades habituais com no máximo 60 dias de pós-operatório; reforçando a importância de uma medicina de ponta, de implantes de última geração e da individualização do tratamento para obtenção dos melhores resultados possíveis dentro de cada patologia. Agradeço em primeiro lugar a Deus por ter me agraciado com o dom de poder ajudar àqueles que sentem dor. A minha equipe, a estrutura hospitalar de excelência da qual faço parte e a confiança do paciente em meu trabalho. Se por acaso você precisar de ajuda para o alívio das suas dores, saiba que estou à disposição para avaliar seu caso se achar conveniente. Na verdade, será uma honra poder ajudar! Abraços, Compartilho hoje mais um caso extremamente complexo, apesar de ser muito comum na rotina de minha equipe. Te convido a me acompanhar neste caso de sucesso. Um paciente jovem de 33 anos apresentava quadro de hérnia de disco extrusa nos segmentos de L4-L5 e L5-S1, onde a explosão do disco intervertebral e extravasamento do conteúdo interno intradiscal acarretava grave compressão de estruturas neurológicas que passavam por essa região. Dentro desse contexto, o paciente apresentava quadro de dor lombar excruciante há mais de 3 anos, com severa irradiação para membro inferior esquerdo associado à alteração de sensibilidade e diminuição de força muscular em perna e pé esquerdo; configurando um quadro extremamente grave e delicado, trazendo enorme incapacidade funcional e laboral para o paciente. Tendo em vista a idade do paciente e a necessidade de reconstrução anatômica do segmento operado para possibilitar retorno precoce à atividades habituais, optamos por abordagem em coluna lombar por via anterior com retirada total dos discos lesados de L4-L5 e L5-S1, além de substituição dos mesmos por artroplastia lombar de terceira geração. A cirurgia de artroplastia lombar O procedimento, como é especificado inúmeras vezes por aqui, consiste na substituição do disco normal por um artificial com as mesmas funções e a mesma anatomia do disco original, permitindo manutenção da mobilidade normal do segmento operado, bem como manutenção da altura discal, descompressão intraforaminal e reestruturação da lordose segmentar (reestruturação da curvatura normal da coluna lombar). Considerações finais pós cirurgia Paciente já com 30 dias de pós-operatório, já iniciando atividade física leve em piscina e apto para retorno total das atividades habituais com no máximo 60 dias de pós-operatório; reforçando a importância de uma medicina de ponta, de implantes de última geração e da individualização do tratamento para obtenção dos melhores resultados possíveis dentro de cada patologia. Agradeço em primeiro lugar a Deus por ter me agraciado com o dom de poder ajudar àqueles que sentem dor. A minha equipe, a estrutura hospitalar de excelência da qual faço parte e a confiança do paciente em meu trabalho. Se por acaso você precisar de ajuda para o alívio das suas dores, saiba que estou à disposição para avaliar seu caso se achar conveniente. Na verdade, será uma honra poder ajudar!